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Saberes, Desorden y Trasgresión Femeninos
Autor
Guevara, Lourdes Pacheco Ladrón de
Institución
Resumen
A crítica feminista com relação à ciência e à epistemologia tem se revelado a razão da construção feminista.
Daí o interesse de filósofos e cientistas sobre as temáticas relacionadas com as formas específicas do conhecimento das mulheres. Essa crítica tem focado nas explicações sobre as formas particulares de conhecimento e se situado em problemas que se encontram na raiz do que se denomina o saber. Não se trata de formular uma explicação universal, de construir uma nova abstração, senão de formular novas perguntas e questões. Na construção do masculino, como ser universal que conhece, existe uma abstração das diferenças que a sociedade tem criado entre os homens e mulheres. No fazer e sentir específicos estes produzem formas distintas de perceber e, portanto, de encontrar articulações com a realidade. O presente artigo
discute as premissas da razão como âmbito privilegiado do saber na ciência ocidental institucionalizada e analisa os saberes das mulheres como outras formas de conhecimento
que subvertem a racionalidade cumprida na ordem da ciência. O conhecimento das mulheres é considerado irracional porque atua por debaixo da ordem racional, fora da lógica e da razão instrumental e instaura a desordem.