Dissertação
Uberlândia Impressa: a década de 1960 nas páginas de jornal
Registro en:
FERNANDES, Orlanda Rodrigues. Uberlândia Impressa: a década de 1960 nas páginas de jornal. 2008. 161 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2008.
Autor
Fernandes, Orlanda Rodrigues
Institución
Resumen
This work puts in doubt the fight for hegemony by using the analysys of the
Correio de Uberlândia newspaper in the 1960 s. Its objective is to comprehend how the
local printing press is consisted of while social practice in Uberlândia pondering over
the memory, revealing the singularity of the relations and interests that influenced the
way the paper used to be place according to the Militar Regime, and what it meant in
the fight for hegemony. It discusses the construction of this mean of communication
while being a source of research, once the printing press organizes, articulates and
builds interests, analyzing the newspaper as a part of the city to understand how it
intervenes in the society. It is also questioned who are the individuals who composes
this intervention, once the projects of the several social powers are articulated by the
press, according the interests of its owners, maintainers and groups that it represents,
affecting directly the memory production. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Mestre em História Este trabalho problematiza a luta por hegemonia por meio da análise do jornal
Correio de Uberlândia na década de 1960. Tem como objetivo compreender como a
imprensa se constitui enquanto prática social na cidade de Uberlândia refletindo sobre a
memória, relevando a singularidade das relações e interesses que influenciavam o
posicionamento do periódico com relação ao Regime Militar e o que isso significava na
luta por hegemonia. Discute a construção deste veículo enquanto fonte de pesquisa,
visto que a imprensa organiza, articula e constrói interesses, analisando o jornal
enquanto parte da cidade para entender como este intervém na sociedade. Questiona-se
quem são os sujeitos que constroem essa intervenção, uma vez que os projetos das
diversas forças sociais são articulados pela imprensa segundo os interesses de seus
proprietários, financiadores e grupos os quais representa, influenciando diretamente a
produção da memória.