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Philosophizing without metaphysics? From the "Supplements" to the "Parerga"
Philosophizing without metaphysics? From the "Supplements" to the "Parerga";
Philosophizing without metaphysics? From the "Supplements" to the "Parerga";
Philosophizing without metaphysics? From the "Supplements" to the "Parerga";
Filosofare senza metafisica? Dai "Supplementi" ai "Parerga";
Filosofar sem metafísica? Dos "Suplementos" aos "Parerga"
Registro en:
10.5902/2179378633552
Autor
Segala, Marco
Institución
Resumen
Un’interpretazione diffusa tra gli studiosi è che, nelle opere della maturità (Supplementi e Parerga), Schopenhauer abbia ridotto il suo impegno a sostenere il sistema metafisico, così come esposto nel Mondo come volontà e rappresentazione, in favore di una filosofia rivolta principalmente alla fenomenicità. Ne sarebbe derivata una filosofia meno aporetica e più attraente per i lettori non accademici, che infatti premiarono con il successo la sua opera più matura (Parerga e Paralipomena). Il presente saggio, invece, intende mostrare come il tema metafisico e l’approccio sistematico non vengano mai meno in Schopenhauer. Non si tratta di un filosofare senza metafisica ma di una riflessione sempre più attenta sia alla complessità del mondo (naturale e umano) sia alla crescente importanza e autonomia della conoscenza scientifica in relazione all’indagine filosofica. Proprio il sempre più stretto dialogo con le scienze, infatti, indusse Schopenhauer a rimodulare il sistema e il discorso metafisico in un filosofare innovativo, rispetto alla tradizione classica postkantiana e alla sua propria impostazione del 1819, capace di attrarre intere generazioni di lettori. Uma interpretação disseminada entre os estudiosos afirma que nas obras de maturidade (Suplementos e Parerga) Schopenhauer teria reduzido seu empenho em sustentar o sistema metafísico, tal como exposto em O mundo como vontade e representação, em favor de uma filosofia voltada principalmente à fenomenalidade. Isso resultaria em uma filosofia menos aporética e mais atraente para os leitores não acadêmicos, que, de fato, premiaram com o sucesso a sua obra madura (Parerga e Paralipomena). O presente ensaio procura mostrar que, pelo contrário, o tema metafísico e a abordagem sistemática jamais são diminuídos em Schopenhauer. Não se trata de um filosofar sem metafísica, mas de uma reflexão cada vez mais atenta seja à complexidade do mundo (natural e humano) seja à crescente importância e autonomia do conhecimento científico em relação à investigação filosófica. E justamente o diálogo cada vez mais estreito com as ciências leva Schopenhauer a remodelar o sistema e o discurso metafísicos, em um filosofar inovador em relação à tradição clássica pós-kantiana e ao seu próprio posicionamento de 1819, capaz de atrair inteiras gerações de leitores.