O lugar contado: Narrativas em torno à Chapada dos Negros em Arraias - TO
Registro en:
GUALBERTO, Rosângila Domingos. O lugar contado: Narrativas em torno à Chapada dos Negros em Arraias - TO.2017. 125f. Dissertação (Mestrado em Estudos de Cultura e Território) – Universidade Federal do Tocantins, Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território, Araguaína, 2017.
Autor
Gualberto, Rosângila Domingos
Institución
Resumen
Este trabajo se constituye en una investigación interdisciplinaria a partir del diálogo entre
memoria, narrativa y lugar. Ella lidia con dos conjuntos de narrativas: las orales y las
documentales. Esas narrativas tienen como tema la Chapada dos Negros en Arraias-TO. Se
objetiva analizar los significados de Chapada en las narrativas orales y escritas de los
residentes de Arraias-TO. Los procedimientos metodológicos utilizados fueron la
investigación cualitativa, la investigación bibliográfica, la historia oral y el análisis de
documentos. El estudio se plantea a través del diálogo entre autores, como Lima (2003),
Haesbaert (2006), Thompson (1992), Anderson (2008), Choay (2006) y otros. Chapada dos
Negros fue el primer pueblo y tuvo su inicio en el ciclo de oro, en el siglo XVIII a eso de
1731. Hoy existe el sitio arqueológico con los vestigios de la antigua mina construida por
esclavos, y, todavía, la memoria y las narrativas de los residentes. El local consiste en un
patrimonio histórico y cultural, que está relacionado a un bien relevante para la identidad
histórica y cultural de los ciudadanos de Arraias. Los resultados fueron que: la historia del
lugar se constituye a través de narrativas y saberes transmitidos por los mayores; el
movimiento de patrimonización ocurrido fue una estrategia de defensa territorial y muestra la
articulación entre preservación de la historia y de la memoria del lugar como una dimensión
simbólica y ambiental del territorio; y que las narrativas orales constituyes a Chapada un
lugar de memoria y evidencian los sentidos del lugar para la identidad de Arraias. Este trabalho se constitui em uma pesquisa interdisciplinar a partir do diálogo entre memória,
narrativa e lugar. Ele lida com dois conjuntos de narrativas: orais e as documentais. Essas
narrativas tem como tema a Chapada dos Negros em Arraias-TO. Objetiva-se analisar os
significados da Chapada nas narrativas orais e escritas dos moradores de Arraias-TO. Os
procedimentos metodológicos utilizados foram a pesquisa qualitativa, a pesquisa
bibliográfica, a história oral e a análise documental. O estudo se tece através do diálogo entre
autores, como Lima (2003), Haesbaert (2006), Thompson (1992), Anderson (2008), Choay
(2006) e outros. A Chapada dos Negros foi o primeiro povoado e teve início no ciclo do ouro,
no século XVIII por volta de 1731. Hoje existe o sítio arqueológico com os vestígios do
antigo garimpo construído por escravos, e, ainda, a memória e as narrativas dos moradores. O
local consiste num patrimônio histórico e cultural, relacionado a um bem relevante para a
identidade histórica e cultural dos arraianos. Os resultados foram que: a história do lugar se
constitui por meio de narrativas e saberes transmitidos pelos mais velhos; o movimento de
patrimonialização ocorrido foi uma estratégia de defesa territorial e mostra a articulação entre
preservação da história e da memória do lugar como uma dimensão simbólica e ambiental do
território; e que as narrativas orais constituem a Chapada em lugar de memória e evidenciam
os sentidos do lugar para a identidade arraiana.