dc.contributorGama-Khalil, Marisa Martins
dc.contributorhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767829E0
dc.contributorAraújo, Joana Luiza Muylaert de
dc.contributorhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787849P4
dc.contributorFernandes Júnior, Antônio
dc.contributorhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706154Z0
dc.creatorLima, Poliana Gonçalves
dc.date2016-06-22T18:29:53Z
dc.date2009-04-27
dc.date2016-06-22T18:29:53Z
dc.date2009-01-30
dc.date.accessioned2023-09-28T20:41:17Z
dc.date.available2023-09-28T20:41:17Z
dc.identifierLIMA, Poliana Gonçalves. A visão bernardina do índio n'O Ermitão do Muquém. 2009. 102 f. Dissertação (Mestrado em Linguística, Letras e Artes) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2009.
dc.identifierhttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/11795
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9056321
dc.descriptionBernardo Guimarães launches in 1858 the novel O ermitão do Muquém, which opens the sertanismo in our literature. In this study we analyze how this novel introduces the figure of the inlander in our literature to the detriment of the Indian figure, which until the period was the person elected to represent the nationality of our literature. We looked for since the early days of indianism in Brazil, with the historian Ferdinand Denis, passing for Indian authorities as Goncalves Dias, Gonçalves de Magalhães and José de Alencar, which nailed in his writings the figure of the Indian as a symbol of our national literature. We identified in what way that "good savage" was designed and built in the most vivid expression of the Brazilian literature in fact. Another aspect also analyzed is the regionalism in Brazil, as well as their representatives, as Afonso Arinos, Visconde de Taunay and own Bernardo Guimarães, which presents, although in different ways, the figure of the inlander of Brazil. In the novel O ermitão do Muquém, we analyze the Bernardina deconstruction of the Indian; as much in the characterization of the personages as of the proper spaces where they are inserted. We saw in this novel, as the figure of the crude and violent inlander, not finding the change of character in the indigenous culture, discover the redemption of the character in the religious mysticism of white space.Are displayed the three spaces:the space of "white" man in the raw wilderness, the Indian space with false idealization and, finally, the space of the white man of the converted man. The theoretical basis taken as supporting the analyses was the theory on the horizon of expectations of Hans Robert Jauss and the concept of discursive formation of Michel Foucault, in addition to narrative theories on the focus narrative, the spaces and other elements composers of narrative art.
dc.descriptionMestre em Teoria Literária
dc.descriptionBernardo Guimarães lança em 1858 o romance O ermitão do Muquém, que inaugura o sertanismo em nossa literatura. Nesse trabalho analisamos de que forma esse romance introduz a figura do sertanejo em nossa literatura em detrimento da figura do índio, que até o período era o sujeito eleito para representar a nacionalidade de nossa literatura. Buscamos estudar desde os primórdios do indianismo no Brasil, com o historiador Ferdinand Denis, passando por autores indianistas como Gonçalves Dias, Gonçalves de Magalhães e José de Alencar, os quais em seus escritos pregavam a figura do índio como símbolo de nossa literatura nacional. Identificamos de que maneira esse bom selvagem era idealizado e incorporado como a mais viva expressão de uma literatura brasileira de fato. Outro aspecto também analisado é o regionalismo no Brasil, bem como seus representantes, como Afonso Arinos, Visconde de Taunay e o próprio Bernardo Guimarães, que apresenta, embora de formas diferentes, a figura do sertanejo do Brasil. Dentro do romance O ermitão do Muquém, analisamos a desconstrução bernardina do índio; tanto na caracterização dos personagens como dos próprios espaços em que eles estão inseridos. Vimos, nesse romance, como a figura do sertanejo bruto e violento, não encontrando a mudança de caráter na cultura indígena, descobre a redenção de caráter no misticismo religioso do espaço branco. São visualizados os três espaços: o espaço do homem branco no sertão bruto, o espaço indígena com falsa idealização e, por fim, o espaço do homem branco do homem convertido. A fundamentação teórica tomada como sustentação das análises foi a teoria sobre o horizonte de expectativas de Hans Robert Jauss e o conceito de formação discursiva de Michel Foucault, além das teorias narrativas sobre o foco narrativo, os espaços e os demais elementos compositores da arte narrativa.
dc.formatapplication/pdf
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândia
dc.publisherBR
dc.publisherPrograma de Pós-graduação em Letras
dc.publisherLinguística, Letras e Artes
dc.publisherUFU
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFicção brasileira - História e crítica
dc.subjectGuimarães, Bernardo, 1825-1884 - Ermitão do Muquém - Crítica e interpretação
dc.subjectÍndio
dc.subjectSertanejo
dc.subjectErmitão do Muquém
dc.subjectBernardo Guimarães
dc.subjectDesconstrução
dc.subjectIndian
dc.subjectInlander
dc.subjectDeconstruction
dc.subjectCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA
dc.titleA visão bernardina do índio n'O Ermitão do Muquém
dc.typeDissertação


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