Article
Política de saúde do homem
Men’s health policy
Registro en:
SCHWARZ, Eduardo. et al. Política de saúde do homem. Rev. saúde pública., São Paulo, v. 46, p. 108-116, 2012.
0034-8910
Autor
Schwarz, Eduardo
Gomes, Romeu
Couto, Márcia Thereza
Moura, Erly Catarina de
Carvalho, Sarah de Araújo
Silva, Simione Fátima Cesar da
Resumen
No artigo discute-se a articulação entre sistemas de informações epidemiológicas,
produção científica e políticas de saúde de assistência à saúde do homem. Foram
utilizadas três fontes secundárias: dados do Ministério da Saúde (Sistemas de
Informação sobre Mortalidade e Hospitalar, Vigilância de Fatores de Risco e
Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), artigos publicados
na SciELO e documentos do Ministério da Saúde referentes à saúde do homem.
Os resultados apontam que, em termos de morbimortalidade, os homens estão
mais expostos a riscos do que as mulheres. Na produção científica, predominam
estudos que focalizam os agravos e doenças exclusivamente masculinos
em detrimento de outros aspectos relacionados à saúde. Documentos legais
destacam o panorama epidemiológico de morbimortalidade masculina e a
metodologia de elaboração da política. É necessário que os pesquisadores
ampliem a utilização dos dados dos sistemas de informações epidemiológicas
do Ministério da Saúde e procedam à incorporação crítica da perspectiva
relacional de gênero. The paper discusses the articulation among epidemiological information
systems, scientific production and men’s health policies. Three secondary
sources were used: data from the Ministry of Health (Mortality and Hospital
Information Systems, Surveillance of Protection and Risk Factors for Chronic
Diseases through Telephone Survey), papers published in SciELO, and
documents of the Ministry of Health regarding men’s health. The results indicate
that, in terms of morbidity and mortality, men are more exposed to risks than
women. In the scientific production, studies focus predominantly on injuries
and diseases that affect exclusively the male population, to the detriment of
other health-related aspects. Legal documents highlight the epidemiological
panorama of male morbidity and mortality and the policy-making methodology.
Researchers need to expand the use of data from the epidemiological information
systems of the Ministry of Health and to incorporate the gender relational
perspective critically.
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