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War and Peace in “Pierre Menard, author of the Quixote”, by Jorge Luis Borges
Guerra y Paz en “Pierre Menard, autor del Quijote”, de Jorge Luis Borges;
Guerra e Paz em “Pierre Menard, autor do Quixote”, de Jorge Luis Borges
Autor
Franco, Gustavo Naves
Institución
Resumen
The article proposes an interpretation of “Pierre Menard, author of the Quixote”, the short story published by the Argentine writer Jorge Luis Borges in 1939, as a satire of habits and practices of French literary circles in the eve of the Second World War. With the analysis of newspaper stories, reviews and other writings of Borges, his positions on the European political scenario are reconsidered, with emphasis on aspects usually neglected by his commentators. Thus, the short story’s internal references are articulated on an interpretative basis that presupposes the debate on war and peace between intellectuals of the 1930s. El artículo propone un análisis de “Pierre Menard, autor del Quijote”, cuento publicado por el escritor argentino Jorge Luis Borges en 1939, como una sátira de hábitos y prácticas de los círculos literarios franceses en vísperas de la Segunda Guerra Mundial. Con el recurso a piezas periodísticas, reseñas y otros escritos de Borges, sus posturas relacionadas con el escenario político europeo son replanteadas, con énfasis en aspectos descuidados por sus críticos. Así, las referencias internas del cuento se articulan en una clave interpretativa que presupone el debate sobre guerra y paz en los diálogos intelectuales de los años treinta. O artigo propõe uma leitura de “Pierre Menard, autor do Quixote”, conto publicado pelo escritor argentino Jorge Luis Borges em 1939, como uma sátira de hábitos e práticas de círculos literários franceses no momento que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Com a análise de matérias jornalísticas, resenhas e outros escritos do autor, seu comportamento diante da conjuntura política europeia do período é reconsiderado, conferindo ênfase a aspectos antes negligenciados pela crítica. Assim, as referências internas do conto são articuladas em uma chave interpretativa que pressupõe o debate sobre a guerra e a paz entre intelectuais da década de 1930.