Artículos de revistas
Variabilidade comportamental produzida por dois esquemas de reforçamento
Behavioral variability produced by two reinforcement schedules
Autor
de Souza Barba, Lourenco
Hunziker, Leite
Institución
Resumen
O objetivo desse estudo foi verificar corno diferentes contingências de reforçamento afetama variabilidade comportamental. Quatorze ratos foram reforçados por emitir seqüências de quatro respostas 'de pressão à barra direita (O) ou esquerda (E). Alguns animais eram reforçados se o padrão de distribuição das repostas D e E dentro da seqüência diferisse do padrão apresentado nas quatro últimas (LAG). Para outros animais, a probabilidade de reforçamento aumentava com o número de alternações entre as barras (ALT). Sujeitos acoplados aos dois grupos anteriores receberam a mesma distribuição de reforços, independentemente do padrão da seqüência ou do número de alternações (YOKE). Após 40 sessões, verificou-se que ambas as contingências LAG e ALT produziram alta variabilidade comportamental, mas apenas LAG manteve esses altos índices ao longo das sessões. As contingências YOKE produziram seqüências repetitivas. Esses resultados confirmam a idéia de que essa variabilidade não é produzida pela intermitência do reforçamento. Eles também sugerem que para a variabilidade ser mantida é necessário que da seja diretamente reforçada, não sendo suficiente que se reforce o comportamento de alternar. Tais resultados são coincidentes com a hipótese de que a variabilidade é um operante. The aim of this study was to examine how different irenforcement contingencies affect behavioral variability. Fourteen rats were required to press a right or lever to complete four-response sequences. Some animals were reinforced if the sequence pattern was different from the patterns of each of the last four sequences (LAG) For other rats, the probability of reinforcement increased with the number of switching responses within a sequence (ALT). Finally, another group of rats received the same reinforcement distribution as the other animals, regardless of their sequence pattern or the number of switching responses in a sequence (YOKE). After 40 sessions, both the LAG and the ALT contingencies produced high behavioral variability levels, but only the LAG contingency maintained these high levels until the last session. The Yoke contingency produced repetitive sequences. The results confirm the idea that sequence variability is not produced by intermittent reinforcement: They also suggest that for variability to be maintained it must be directly reinforced; it is not enough to reinforce switching behavior. The data are consistent with the hypothesis that behavioral variability is an operant.