dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.creatorMarcelino, Ana Beatriz Buoso
dc.date2016-10-21T17:55:00Z
dc.date2016-10-25T21:52:55Z
dc.date2016-10-21T17:55:00Z
dc.date2016-10-25T21:52:55Z
dc.date2016-08-26
dc.date.accessioned2017-04-06T11:16:50Z
dc.date.available2017-04-06T11:16:50Z
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/144414
dc.identifierhttp://acervodigital.unesp.br/handle/11449/144414
dc.identifier000874552
dc.identifier33004056081P4
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/954623
dc.descriptionEsta pesquisa pretende investigar os efeitos de recepção e a produção de sentido gerada pelos primeiros três filmes longas-metragens do cineasta brasileiro Júlio Bressane: Cara a cara (1967), Matou a família e foi ao cinema (1969) e O anjo nasceu (1969), que foram produzidos em meio a um cenário conflituoso, em constante transformação e em plena Ditadura Militar, com destaque para a Tropicália e o Cinema Novo que, dentre outros movimentos engajados, dialogaram com a cinematografia do cineasta. O problema da pesquisa é fomentado pela discussão acerca da presença de uma crise formal (XAVIER, 2012) e narrativa (PARENTE, 2000) pertencente às obras, capazes de influenciar a produção de sentidos dos filmes e, consequentemente, afetar a recepção do espectador alterando, por sua vez, sua postura diante da obra audiovisual. Daí a suspeita do surgimento de uma mudança na experiência de recepção entre as ações da hegemonia do cinema (KRACAUER, 2009) em contraponto a um olhar mais apurado e sensível. Tal questão parte do pressuposto de que a linguagem subversiva, tanto estética quanto narrativa adotada pelo cineasta, influencia a percepção do espectador deslocando-o para uma posição mais ativa e pensante. Além dos teóricos já citados, trabalharemos também com as ideias de Bernardet (1991), Teixeira (1995), Xavier (2007a), Favaretto (2007), Dunn (2009) e Ramos (1987), dentre outros, que nos ajudarão a desvendar a complexidade do cinema em questão. A metodologia, por sua vez, será embasada pela revisão teórica de caráter ensaístico à luz dos estudos cinematográficos, aliada a uma análise estrutural segundo os pressupostos de Jullier e Marie (2009), Vanoy e Gogliot-Lété (2014), Aumont (2013) e Tarín (2006).
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.subjectProdução de sentido
dc.subjectRecepção
dc.subjectJúlio Bressane
dc.subjectCinema poesia
dc.subjectCinema marginal
dc.titleO olho e a navalha: integração e subversão no cinema marginal de Júlio Bressane
dc.typeOtro


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