dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.creatorBorsatto, Ricardo Serra
dc.creatorCarmo, Maristela Simões do
dc.date2016-07-07T12:34:42Z
dc.date2016-10-25T21:44:09Z
dc.date2016-07-07T12:34:42Z
dc.date2016-10-25T21:44:09Z
dc.date2013
dc.date.accessioned2017-04-06T10:45:39Z
dc.date.available2017-04-06T10:45:39Z
dc.identifierRevista de Economia e Sociologia Rural, v. 51, n. 4, p. 645-660, 2013.
dc.identifier0103-2003
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/140621
dc.identifierhttp://acervodigital.unesp.br/handle/11449/140621
dc.identifier10.1590/S0103-20032013000400002
dc.identifierS0103-20032013000400002
dc.identifierS0103-20032013000400002.pdf
dc.identifier1197755531108180
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032013000400002
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/950907
dc.descriptionIn the last decade, the Landless Workers Movement (MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, in Portuguese), which fights for land reform in Brazil, has radically changed its speech towards guidelines recommended by the agroecology. The aim of this study was to understand, from a theoretical-historical approach, the appropriation of the concept agroecology as a motto in the struggle for agrarian reform holded by the MST. Classic conceptions concerning the role of the peasantry in contemporary societies and attempts to make “theoretical bridges” with the speeches and the actions taken by the MST in its history, based in a documental analysis were conducted. The conclusion is that the defense of agroecology in the MST, based on a chayanovian speech, is on an upward curve, in contrast to the previous prevailing speech of collectivization and promotion of specialized large farm units inspired in the orthodox Marxism. It also points out that the agroecology, for the MST, goes far beyond the productive dimension, adding significant political questions.
dc.descriptionNa última década, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), que luta pela reforma agrária no Brasil, vem mudando de forma radical o seu discurso para uma proposta mais coerente com as diretrizes preconizadas pela agroecologia. Neste contexto, o intuito do presente trabalho foi o de compreender, a partir de uma abordagem teórico-histórica, a apropriação do conceito agroecologia como bandeira na luta pela reforma agrária defendida pelo MST. Para tanto, partiu-se de revisões sobre as concepções clássicas relativas ao papel do campesinato nas sociedades contemporâneas e buscou-se realizar “pontes teóricas” com os discursos e as ações praticadas pelo MST em sua história, baseando-se em análise documental. Por fim, este artigo conclui que a defesa da agroecologia no MST, baseada em um discurso chayanoviano, está em curva ascendente, em contraponto ao discurso antes vigente de coletivização e fomento de grandes unidades de exploração agrícola especializadas de inspiração no marxismo ortodoxo. Aponta-se, também, que a agroecologia, para o MST, vai muito além da dimensão produtiva, agregando forte questionamento político.
dc.languagepor
dc.relationRevista de Economia e Sociologia Rural
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.subjectAgroecology
dc.subjectMST
dc.subjectPeasant movements
dc.subjectMarxism
dc.subjectAgroecologia
dc.subjectMST
dc.subjectMovimentos camponeses
dc.subjectMarxismo
dc.titleA construção do discurso agroecológico no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
dc.typeOtro


Este ítem pertenece a la siguiente institución