dc.contributorMaria Eugênia Moreira Costa Ferreira
dc.contributorVicente Rocha Silva - UEM
dc.contributorYuri Tavares Rocha - USP
dc.creatorMoreira, Lourenço José Neto
dc.date2018-04-12T18:33:07Z
dc.date2018-04-12T18:33:07Z
dc.date2014
dc.date.accessioned2023-10-16T12:21:20Z
dc.date.available2023-10-16T12:21:20Z
dc.identifierhttp://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/2818
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9208731
dc.descriptionA pesquisa consistiu no levantamento estrutural dos fragmentos florestais, análise dos aspectos geográficos e identificação das espécies arbóreas, para avaliar o estádio sucessional da vegetação arbórea, nas áreas de Preservação Permanente - APP e Reserva Legal - RL da bacia do ribeirão Dríades, municípios de Astorga e Pitangueiras, Paraná, com uma área de aproximadamente 68,5 km². Tomando como matriz de referência a Reserva Legal da Fazenda Jaboticabal, localizada no município de Astorga, sendo este um fragmento florestal que apresenta maior dimensão e melhores condições de conservação, podendo estar desta forma o mais próximo do sistema estabilizado terminal e autoperpetuante denominado de clímax, representando um importante elemento na manutenção e recuperação da fauna e flora local. Para este estudo foram realizadas levantamentos em parcelas, preestabelecidas por meio de imagem de satélite e de acordo com a localização e característica geográfica, representadas em perfil geoecológico, onde se levou em consideração a posição dos fragmentos florestais sendo áreas de interflúvio, média vertente e os fundos dos vales ao longo da bacia. O histórico de ocupação da área e as atuais condições de conservação da mesma, analisados por meio das imagens de satélite sobre a evolução temporal da cobertura vegetal e uso da terra (1983, 1993, 2003, 2013). A análise do uso da terra na bacia do ribeirão Dríades possibilitou compreender as mudanças, evolução positiva ou diminuição dos fragmentos florestais ao longo das três ultimas décadas, evidenciaram a relação entre a existência dos fragmentos florestais e as atividades agropecuárias, haja vista que nas décadas de 1980 e 1990, a utilização para pastagem e culturas permanentes eram predominantes e a quantidade de fragmentos florestais distribuídos ao longo da bacia eram em maior quantidade, atividades agrícolas que poderiam ser desenvolvidas sem que tais fragmentos configurassem como empecilhos para o desenvolvimento da produção. Por outro lado também foi possível observar que a partir do aumento das atividades temporárias, como culturas da cana-de-açúcar, soja, milho, entre outras, houve uma redução em quantidade dos fragmentos florestais, reduzindo drasticamente a conexão entre estes fragmentos, já que o isolamento tornou-se maior. Para caracterizar o isolamento entre os fragmentos florestais, foi utilizada a abordagem dos corredores de biodiversidade que é aplicada para integrar as diferentes escalas de proteção ambiental, desde o local até o regional e que sugerem formas diversificadas de usos do espaço e a gestão desses recursos. Além de predizerem formas racionais de evitar ações nocivas sobre a paisagem, dentre estas formas temos o efeito de borda, a invasão e proliferação de espécies exóticas no ambiente natural e alteração dos habitats. Diante das atuais condições dos remanescentes florestais do Paraná, especificamente da região Norte do Estado, é muito importante que se tenha real noção das condições naturais, considerando de maneira sistêmica todos os elementos que possam contribuir para uma melhor recomposição da fauna e flora nativa da região. Neste contexto, as mudanças causadas principalmente pela forma de ocupação e uso do solo, no passado e no presente, descaracterizaram as formações florestais identificadas, apresentando poucos indivíduos arbóreos em estádio clímax da formação florestal da Floresta Estacional Semidecidual e as características geográficas, clima, solo, hidrografia, configuram-se, como importantes responsáveis pela persistência e recomposição dos fragmentos florestais distribuídos na bacia do Ribeirão Dríades.
dc.description111 f
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual de Maringá
dc.publisherBrasil
dc.publisherDepartamento de Geografia
dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Geografia
dc.publisherUEM
dc.publisherMaringá, PR
dc.publisherCentro de Ciências Humanas, Letras e Artes
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFitogeografia
dc.subjectCorredor de biodiversidade
dc.subjectGestão integrada
dc.subjectSucessão vegetal
dc.subjectEstádio sucessional
dc.subjectEfeito de borda
dc.subjectPaisagem
dc.subjectAstorga
dc.subjectPitangueiras
dc.subjectParaná
dc.subjectBrasil.
dc.subjectPhytogeography
dc.subjectBiodiversity corridor
dc.subjectIntegrated management
dc.subjectPlant succession
dc.subjectSuccessional stage
dc.subjectEdge effect
dc.subjectLandscape
dc.subjectAstorga
dc.subjectPitangueiras
dc.subjectParaná
dc.subjectBrazil.
dc.subjectCiências Humanas
dc.subjectGeografia
dc.titleEstudo fitogeográfico dos estádios sucessionais das espécies arbóreas da floresta estacional semidecidual na bacia do Ribeirão Dríades, nos municípios de Astorga e Pitangueiras - Paraná
dc.typemasterThesis


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