Obesity x Insulin resistance: a narrative review

dc.contributorSerquiz, Fabiana Maria Coimbra de Carvalho
dc.creatorMedeiros, Rosemeire Souza Portela de
dc.creatorFarias, Sheila Queiroz Fernandes de
dc.date2022-12-09T14:08:31Z
dc.date2022-12-09T14:08:31Z
dc.date2022-12-08
dc.date.accessioned2023-09-29T17:35:11Z
dc.date.available2023-09-29T17:35:11Z
dc.identifierhttps://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/27991
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9140276
dc.descriptionA obesidade é definida como uma doença neurocomportamental crônica, progressiva, recorrente, multifatorial, em que um aumento na gordura corporal promove disfunção do tecido adiposo e massa anormal de gordura, resultando em consequências adversas metabólicas, biomecânicas e psicossociais à saúde. Acredita-se que a etiologia da obesidade seja multifatorial, com contribuições genéticas e ambientais. A resistência à insulina se dá, pelo consumo excessivo de glicose, associado a um gasto energético insuficiente para absorver toda essa quantidade, e o pâncreas é obrigado a produzir mais insulina, fazendo o corpo entrar em um processo chamado de hiperinsulinemia, porque muita glicose na corrente sanguínea é toxica. A modificação do estilo de vida, que geralmente consiste em uma combinação de nutrição, atividade física e modificação comportamental, é uma estratégia frequentemente usada para ajudar pacientes a alcançar a perda, manutenção de peso e consequente regulação da glicemia sanguínea. Diante dessas considerações surge o interesse em desenvolver uma revisão narrativa sobre a relação da obesidade e resistência insulínica. Desse modo, para guiar este estudo, elaborou-se a seguinte questão “A obesidade influencia no surgimento da resistência insulínica?” Assim, obedecendo aos seguintes critérios de inclusão, os artigos foram selecionados considerando os que mencionaram nutrição e bem estar feminino, que estivessem indexados nas bases de dados pré-selecionadas, que fossem publicados em inglês entre 2000 e 2022 e estivessem disponíveis na íntegra. Em contrapartida, foram excluídos todos os artigos de acesso restrito ou que não atendessem os critérios de inclusão de modo cumulativo. Ao final da pesquisa, foram encontrados 50 estudos, contudo, foram excluídos 40 desses estudos em que continham apenas a influência de alguns obesidade em outras patologias, mas que não apresentaram nenhum resultado sobre obesidade e resistência insulínica. Dessa forma, 10 artigos se enquadraram nos critérios de inclusão declarados. Sendo assim, foi visto que a obesidade leva ao processo de resistência à insulina e consequente sobrecarga pancreática, superestimulando as células beta-pancreáticas a produzirem ainda mais insulina, levando a uma hiperinsulinemia. Essa resposta dar-se devido o excesso glicêmico constante e a não absorção da glicose pelas células. Quanto maior a glicose sanguínea, maior a conversão desta glicose em gordura pelo fígado, e mais aumenta o processo inflamatório do tecido adiposo e mais produção e resistência à insulina.
dc.format10 f.
dc.formatapplication/pdf
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dc.languagept
dc.rightsAtribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectObesidade
dc.subjectResistência insulínica
dc.subjectDiabetes
dc.subjectSíndrome metabólica
dc.titleObesidade x Resistência à insulina: uma revisão narrativa
dc.titleObesity x Insulin resistance: a narrative review
dc.typeMonografia
dc.coverageNatal


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