dc.creatorIahn, Juliana Linder de Oliveira
dc.creatorCantuária, Gustavo Alexandre Cardoso
dc.date2023-08-24T14:03:34Z
dc.date2023-08-24T14:03:34Z
dc.date2023
dc.date2023
dc.date.accessioned2023-09-29T14:43:54Z
dc.date.available2023-09-29T14:43:54Z
dc.identifierhttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/16737
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9122598
dc.descriptionÉ no espaço público urbano onde as atividades ao ar livre dos cidadãos acontecem. O conforto térmico nesses espaços é um dos principais indicadores que proporcionam a sua fruição, atratividade e habitabilidade. Considerando-se que as propriedades térmicas e de permeabilidade dos tipos de materiais de pavimentação utilizados possuem forte relação com a intensidade de calor no espaço público, esta pesquisa tem como objetivo a investigação de elementos que contribuam do tratamento dos pavimentos para o conforto térmico dos usuários por meio de estudos microclimáticos comparativos da implantação dos projetos de requalificação do Setor Hospitalar Local Sul e do Setor Hospitalar Local Norte em Brasília. Esses setores foram escolhidos pois passam por um processo de intervenção urbanística, a qual inclui a mudança dos materiais de cobertura do solo. Os procedimentos metodológicos deste trabalho se baseiam na revisão de literatura (revestimentos nos espaços públicos e suas propriedades, clima urbano, implicações dos pisos no microclima e proposta de desenho bioclimático), análise de variáveis ambientais (temperatura e umidade relativa do ar), análise da temperatura superficial dos espaços selecionados, além da análise de cenários simulados no software ENVI-met 5.0. Os resultados mostraram que a temperatura dos materiais no período de chuva possui um comportamento distinto em relação ao período de seca e constante relação com o aumento de temperatura de acordo com o material e a situação de sol ou sombra. Na seca, materiais “frios” tiveram melhor desempenho quando exposto ao sol, o Piso Fulget, por exemplo, foi 5°C mais frio que o asfalto às 15h. Já na época de chuva, os materiais permeáveis e naturais apresentaram melhor comportamento, em que o Pisograma registrou temperatura média de 36,2°C às 15h, 22°C mais frio do que o Asfalto. Quanto as simulações, simulou-se dois cenários com o uso de pavimentos “frios” e permeáveis e o uso de vegetação adicional, e revelaram zonas de até 1,5°C mais frescas dependendo do tipo de pavimento. Assim, a simulação corroborou com a investigação experimental, pois possibilitou estimar as propostas bioclimáticas como mecanismo de resfriamento dos espaços públicos. Ainda, esta pesquisa teve como resultado uma base de apoio para a escolha do pavimento nos projetos de intervenção urbanística adaptados ao clima que proporcionem conforto térmico aos usuários.
dc.languagept_BR
dc.subjectRevestimento pavimentar
dc.subjectEspaço público urbano
dc.subjectConforto térmico microclimático
dc.subjectProjetos de requalificação
dc.subjectTemperatura superficia
dc.titleRevestimentos pavimentares nos projetos de requalificação de espaços públicos urbanos e o conforto térmico: estudo de caso do Setor Hospitalar Local Norte e Sul – Brasília/DF
dc.typeArtigo


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