Texto para Discussão (TD) 2893 : Expansão da área agrícola no Brasil segundo as lavouras permanentes

dc.creatorFreitas, Rogério Edivaldo
dc.date2023-06-30T17:45:20Z
dc.date2023-06-30T17:45:20Z
dc.date2023-06
dc.date.accessioned2023-09-28T19:02:17Z
dc.date.available2023-09-28T19:02:17Z
dc.identifierComo citar: FREITAS, Rogério Edivaldo. Expansão da área agrícola no Brasil segundo as lavouras permanentes. Brasília: Ipea, jun. 2023. 41 p. (Texto para Discussão, n. 2893). DOI: http://dx.doi.org/10.38116/td2893-port.
dc.identifierhttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12143
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9028417
dc.descriptionA produção de alimentos permanece como um dos maiores desafios para a humanidade neste século, e o Brasil é um dos principais produtores de alimentos que ainda tem área para expansão agrícola técnica e economicamente viáveis. Assim, saber quais regiões constituem a fronteira agrícola brasileira é crucial para aprimorar políticas públicas e embasar decisões de infraestrutura logística privadas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 1995 a 2020 foram utilizados neste estudo, cujo objetivo foi medir e mapear as áreas de expansão agrícola no Brasil naquele período, tomando-se em conta as safras permanentes no nível de mesorregiões. A metodologia é composta de quatro etapas e compreende a comparação dos resultados de dois métodos de clusters, permitindo-se identificar mesorregiões similares em termos de suas tendências participativas na área brasileira destinada à colheita (safras permanentes). Algumas mesorregiões devem ser destacadas com base nos valores tendenciais de suas parcelas na área de safras permanentes do Brasil, a saber: sul/sudoeste de Minas Gerais, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, sudoeste paraense, Bauru, zona da mata, nordeste rio-grandense, são Francisco pernambucano e norte de Minas. Outras áreas – como litoral norte espírito-santense, vale são franciscano da Bahia, norte cearense, noroeste cearense, leste alagoano e sudeste paranaense – constituem um segundo grupamento líder, e oeste de Minas, nordeste paraense e vale do rio Doce devem ser realçadas como clusters por si mesmas. Ilações são discutidas e extensões de pesquisa são sugeridas, em especial a implementação de análises do tipo top-down no nível de microrregiões ou municípios, a partir das mesorregiões identificadas.
dc.description41 p. : il.
dc.formatapplication/pdf
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dc.languagept-BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
dc.rightsInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
dc.rightsÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
dc.sourcehttp://www.ipea.gov.br
dc.subjectIPEA::Agricultura::Economia Fundiária::Economia Fundiária::Fronteiras Agrícolas
dc.subjectIPEA::Agricultura::Produção Agropecuária::Produção agropecuária
dc.subjectIPEA::Ciência. Pesquisa. Metodologia::Matemática. Análise Estatística::Matemática. Análise Estatística
dc.subjectFronteira agrícola
dc.subjectSafras permanentes
dc.subjectCoeficiente de correlação de Spearman
dc.subjectAnálise de grupamentos
dc.titleExpansão da área agrícola no Brasil segundo as lavouras permanentes
dc.titleTexto para Discussão (TD) 2893 : Expansão da área agrícola no Brasil segundo as lavouras permanentes
dc.typeTexto para Discussão (TD)
dc.coverageBrasil


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