dc.contributorpt-BR
dc.creatorJúnior, Fernando Alves da Silva
dc.creatorSilva, Aline Costa da
dc.date2017-09-01
dc.date.accessioned2023-09-28T15:06:17Z
dc.date.available2023-09-28T15:06:17Z
dc.identifierhttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6314
dc.identifier10.18542/nra.v5i3.6314
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/9009032
dc.descriptionMaria do Bairro é uma pajé. Figura limiar por excelência e por alguns motivos. Primeiro por não se enquadrar nos padrões heteronormativos, não responder ao binarismo masculino/feminino, algo similar ao que propõe Judith Butler em seu Problemas de gênero (2013). Segundo por ter escolhido um lugar que está no entremeio de duas comunidades, Acarpará e Tamatateua. Terceiro porque para a própria condição de pajé estar no entremeio é uma prerrogativa para aquele que consegue ver o que os olhos comuns não enxergam. O que Maria vê compõe suas poéticas orais e nelas as histórias da Matinta e do Lobisomem são narradas, dando-nos saber, com evento e performance, as vivências da encantada de Taperaçu-Campo e suas experiências limiares com a mitopoética amazônica.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt-BR
dc.relationhttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6314/5073
dc.rightsDireitos autorais 2018 Nova Revista Amazônicapt-BR
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0pt-BR
dc.sourceNova Revista Amazônica; v. 5, n. 3 (2017): POÉTICA DO NARRAR; 187--188pt-BR
dc.source2318-1346
dc.subjectpt-BR
dc.titleAS POÉTICAS ORAIS DE MARIA NOS LIMIARES DE TAPERAÇU-CAMPOpt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typept-BR


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