dc.contributorSilva, Maite Vaslin de Freitas
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/9267807408578911
dc.contributorFausto, Anna Karoline
dc.contributorCosta, Luciana Jesus da
dc.contributorMoura, Stéfanie Menezes de
dc.contributorMartins, Gilberto Sachetto
dc.creatorThomeny, Beatriz Rodrigues da Silva Vieira
dc.date2023-05-08T14:21:20Z
dc.date2023-09-27T03:00:31Z
dc.date2019-07-04
dc.date.accessioned2023-09-27T14:07:30Z
dc.date.available2023-09-27T14:07:30Z
dc.identifierTHOMENY, B. R. da S. V. (2019). Suscetibilidade ao polerovirus Cotton leafroll dwarf virus pode estar relacionada à supressão de Ethylene responsive factor (ERF VII) pelo miRNA172 [Trabalho de conclusão de curso, Universidade Federal do Rio de Janeiro]. Repositório Institucional Pantheon.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11422/20376
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8919286
dc.descriptionO Cotton leafroll dwarf virus (CLRDV) é o agente causador da Doença Azul do algodoeiro (DA), possui um vetor biológico Aphis gossypii e causa os sintomas: nanismo, devido ao encurtamento da região internodal, curvatura das folhas, coloração verde intensa e amarelamento das veias. Marcadores moleculares para a resistência a DA em algodão foram descritos, permitindo a localização do lócus de resistência no genoma de algodão. Anteriormente, identificamos um gene homólogo a um gene da arginil-T-RNA transferase (ATE) da Arabidopsis thalina no locus da CBD. Arabidopsis tem dois genes ate, codificando ATE1 e ATE2, respectivamente. Essa proteína é uma N-end Rule responsável por arginilar outras proteínas, introduzindo-as na via de degradação. Além de estar relacionado à resistência a outros tipos de patógenos, como bactérias e oomicetos. A transcrição de ATE é conhecida por ser regulada por genes da família de fatores transcricionais responsivos ao etileno (ERFs), entre outros. Em outros estudos realizados pelo grupo, observou-se que a suscetibilidade ao CLRDV está associada à repressão do RNAm de ATE nas primeiras horas após a infecção. O presente trabalho mostra que, além da ATE, os membros da família ERFVII também são reprimidos nas primeiras horas após a infecção. Em contraste, uma forte superexpressão de miRNA172 é observada ao mesmo tempo. Como os membros do ERFVII são alvo putativo do miR172, podemos especular que o miR172 está silenciando as transcrições de ERFVII, o que inibe a transcrição de ATE.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiro
dc.publisherBrasil
dc.publisherInstituto de Microbiologia Paulo de Góes
dc.publisherUFRJ
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCotton leafroll dwarf virus
dc.subjectMicroRNAs
dc.subjectFator de transcrição responsivo ao etileno
dc.subjectArabidopsis
dc.subjectEthylene responsive factor
dc.subjectCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIA
dc.subjectCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA
dc.titleSuscetibilidade ao polerovirus Cotton leafroll dwarf virus pode estar relacionada à supressão de Ethylene responsive factor (ERF VII) pelo miRNA172
dc.typeTrabalho de conclusão de graduação


Este ítem pertenece a la siguiente institución