dc.contributorMendes, Jullo Cezar
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/9925721649469227
dc.contributorMedeiros, Sílvia Regina de
dc.contributorLudka, Isabel Pereira
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/0052233952543773
dc.contributorBongiolo, Everton Marques
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/7782253195806070
dc.creatorCosta, Gabriel Ericson Lima
dc.date2022-08-03T17:44:23Z
dc.date2023-09-27T03:03:04Z
dc.date2013-01
dc.date.accessioned2023-09-27T13:58:48Z
dc.date.available2023-09-27T13:58:48Z
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11422/18111
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8917013
dc.descriptionEste trabalho foi desenvolvido com o intuito de se aprofundar o conhecimento a respeito das rochas constituintes da unidade Batólilo Serra dos Órgãos, com enfoque principal no litotipo identificado aqui como Leucogranito Serra dos Órgãos. A unidade Datólito Serra dos Órgãos (e.a. 560 Ma) aflora em vários pontos da região serrana do estado do Rio de Janeiro, juntamente com a unidade Complexo Rio Negro (e.a. 790- 600Ma), sendo ambas cortadas por diques de diabásio cretáceos. O Leucograníto Serra dos Órgãos se trata de um rocha leucocrática a hololeucocrática, que normalmente não apresenta anisotropia, embora em alguns casos se observe uma leve foliação de fluxo. Sua granulação típica varia de fina a média, podendo chegar à grossa algumas vezes e sua textura é inequigranular, hipidiomórfica, porfirítica a seriada. É composta essencialmente por: quartzo, K-feldspato, plagioclásio e biotita. Magnetita, granada, titanita, apatita, zircão, allanita e hornblenda ocorrem como minerais acessórios e os minerais secundários são: epidoto, sericita e muscovita. Os estudos litogeoquímicos mostram que o leucogranito é uma rocha pertencente à série cálcio-alcalina de alio K, na maioria das vezes classificada como granito, embora em alguns casos possa alcançar composição granodiorítica. Possui afinidade fracamente peraluminosa e um padrão de ETR com marcante anomalia negativa de Eu devido ao fracionamento de feldspato. Sua origem está provavelmente relacionada a um ambiente sin a tardi-colisional, com trends evolutivos em direção a ambiente pós-orogênico, indicando a participação de crosta madura na formação dessa rocha. As aná.lises de microssonda mostram valores de Mg# relativamente baixos para anfibólio e biotita do leucogranito, indicando que provavelmente essa rocha é proveniente de um magma cristalizado sob condições mais redutoras. Os anfibólios presentes no leucogranito são classificados como homblenda hastingsítica magnesiana. As biotitas são plotadas em um campo intermediário aos membros finais flogopita e annita. As análises de plagioclásio mostram composição média de Ab72,05An26,68Orl,27 e este é classificado como oligoclásio sódico, enquanto o K-feldspato apresenta composição média de Ab9,95An0,05Or.90,05. A temperatura média calculada para o equilíbrio do par mineral anfíbólio e plagioclásio do leucogranito é de 777,75 ºC. Essa temperatura é correspondente a uma pressão média de 6,7 (+-0,6) kbar, indicando profundidade de posicionamento para o corpo na crosta de cerca de 21 Km.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiro
dc.publisherBrasil
dc.publisherInstituto de Geociências
dc.publisherUFRJ
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeucogranito
dc.subjectBatólito Serra dos Órgãos
dc.subjectPetrografia
dc.subjectGeoquímica
dc.subjectQuímica mineral
dc.subjectCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA
dc.titleGeologia, geoquímica e química mineral do Leucogranito Serra dos Órgãos, Sumidouro - RJ
dc.typeTrabalho de conclusão de graduação


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