dc.contributorFigueiredo, Jorge de Jesus Picanço de
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/6987738778276571
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/1193217527138147
dc.contributorD’Souza, Leidiane
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/9766219922387898
dc.contributorSoares, Marta
dc.contributorRios Netto, Aristóteles de Moraes
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/2055448928251991
dc.contributorMendes, Marcelo da Silva
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/3259656987680855
dc.creatorPeregrino, Danniel Dutra de Morais Fregonese
dc.date2022-05-19T14:15:56Z
dc.date2023-09-27T03:03:37Z
dc.date2022-04
dc.date.accessioned2023-09-27T13:55:32Z
dc.date.available2023-09-27T13:55:32Z
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11422/16917
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8916137
dc.descriptionA Formação Codó de ocorrência na porção centro-norte da Bacia do Parnaíba e Bacia do São Luís, estado do Maranhão, Brasil, foi depositada durante o andar Alagoas, Eocretáceo, em uma bacia de ambiente tectônico do tipo sag com dezenas de quilômetros quadrados de área e apenas dezenas de metros de profundidade. O ambiente tectônico de deposição da Formação Codó foi interpretado através da análise do comportamento dos estratos deposicionais desta formação em dados distribuídos regionalmente através de sua atual área de ocorrência, portanto, apropriado para uma análise de cunho regional coma a procedida neste trabalho. O desenvolvimento estratigráfico da Formação Codó deu-se através de 3 (três) sequências deposicionais decorrentes de 3 (três) ciclos completos de variação do nível de base. A interpretação do desenvolvimento estratigráfico da Formação Codó foi feita com base nos princípios da Estratigrafia de Sequências através da técnica de análise de identificação de ciclos transgressivos e regressivos representativos de cada um dos tratos de sistemas das sequências deposicionais identificadas. De acordo com esta técnica de análise, ciclos transgressivos condicionam o empilhamento vertical de litofácies com padrão de granodecrescência e adelgaçamentos dos estratos para o topo. Os ciclos regressivos, por sua vez, condicionam o padrão inverso. A interpretação do empilhamento das litofácies foi executada através da análise do comportamento das curvas dos perfis de raios gama de poços perfurados pela indústria petrolífera, conhecida como análise de eletrofácies. Os ciclos transgressivos, ou tratos transgressivos representam um afogamento generalizado da bacia e a deposição predominante de rochas argilosas. Os 2 (dois) ciclos transgressivos basais possuem rochas argilosas cuja os altos valores de raios gama sugerem alto índice de matéria orgânica. Os ciclos regressivos, ou tratos de sistemas regressivos, sugerem uma tendência geral de umidificação para o topo da Formação Codó uma vez que o final do ciclo regressivo basal foi dominado pela deposição de evaporitos, predominantemente anidritas, enquanto que no ciclo intermediário a presença de evaporitos é muito localizada e no ciclo final, que marca o topo da Formação Codó, não foi identificada a presença de evaporitos.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio de Janeiro
dc.publisherBrasil
dc.publisherInstituto de Geociências
dc.publisherUFRJ
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFormação Codó
dc.subjectCiclos T-R
dc.subjectEletrofácies
dc.subjectBacia do Parnaíba
dc.subjectBacia de São Luís
dc.subjectAndar Alagoas
dc.subjectCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA
dc.titleAmbiente tectônico e evolução estratigráfica da Formação Codó nas bacias do Parnaíba e São Luís
dc.typeTrabalho de conclusão de graduação


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