dc.contributor | Marcato, Marília Bassetti | |
dc.contributor | http://lattes.cnpq.br/7799214152247947 | |
dc.creator | Almeida, Caio Moretz-Sohn de | |
dc.date | 2021-08-17T21:15:41Z | |
dc.date | 2023-09-27T03:03:20Z | |
dc.date | 2020-09 | |
dc.date.accessioned | 2023-09-27T13:46:04Z | |
dc.date.available | 2023-09-27T13:46:04Z | |
dc.identifier | ALMEIDA, Caio Moretz-Sohn de. A atrofia do arcabouço público brasileiro de apoio financeiro às exportações no século XXI: uma comparação com a Alemanha. 2020. 99 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020. | |
dc.identifier | http://hdl.handle.net/11422/14805 | |
dc.identifier.uri | https://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8913332 | |
dc.description | Este trabalho busca contribuir com o debate acerca da efetividade do arcabouço público de
financiamento e seguro às exportações do Brasil a partir da comparação, baseada em critérios
operacionais de distribuição geográfica e setorial do apoio, entre seus principais instrumentos
– o BNDES Exim, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) e o Seguro de Crédito
à Exportação (SCE) – e os principais instrumentos do arcabouço público alemão – o KfW
IPEX-Bank e a Hermes Cover –, que serve à comparação como padrão de referência. O objetivo
principal é verificar, juntamente com uma análise descritiva dos instrumentos brasileiros e
alemães, se há disfuncionalidades estratégicas e operacionais do arcabouço brasileiro que
justifiquem a redução abrupta constatada do volume financiado e coberto das exportações nos
últimos anos por esses instrumentos (sobretudo pelo BNDES Exim e pelo SCE). Os resultados
mostram que o BNDES Exim, o Proex e o SCE não apresentam grandes divergências para com
seus pares alemães, não havendo, portanto, clamorosas disfuncionalidades operacionais que
justifiquem o comportamento recente de queda dos desembolsos do financiamento público
brasileiro às exportações e das coberturas concretizadas pelo SCE. Porém, ao contrário do que
ocorre na Alemanha, carecem de uma estratégia coordenada que vise integrá-los a políticas
inovativas e de desenvolvimento produtivo, o que limita sua efetividade no aumento da
competitividade das exportações brasileiras. Diante disso, e no contexto atual de crise
econômica doméstica, argumenta-se a favor do fortalecimento, já no curto-prazo, do arcabouço
público brasileiro de fomento financeiro às exportações, cujas benesses estariam, porém,
limitadas em razão do cenário de recessão mundial causado pela pandemia do novo coronavírus.
Assim, advoga-se pela integração, no médio e longo prazo, do financiamento e seguro públicos
às exportações a estratégias inovativas e produtivas com o intuito de alavancar, de forma
sustentada, a competitividade internacional dos bens e serviços brasileiros, substancialmente
reduzida em meio aos processos brasileiros de desindustrialização e especialização regressiva
que a economia brasileira tem experimentado nos últimos quinze anos. | |
dc.language | por | |
dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | |
dc.publisher | Brasil | |
dc.publisher | Instituto de Economia | |
dc.publisher | UFRJ | |
dc.rights | Acesso Aberto | |
dc.subject | BNDES | |
dc.subject | KfW IPEX-Bank | |
dc.subject | Comércio exterior | |
dc.subject | Crédito à exportação | |
dc.subject | Foreign trade | |
dc.subject | Export credit | |
dc.subject | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | |
dc.title | A atrofia do arcabouço público brasileiro de apoio financeiro às exportações no século XXI: uma comparação com a Alemanha | |
dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | |