| dc.contributor | Musumeci, Leonarda | |
| dc.contributor | http://lattes.cnpq.br/6579538305394304 | |
| dc.creator | Resende, Amanda Martinho | |
| dc.date | 2021-05-11T14:38:07Z | |
| dc.date | 2023-09-27T03:03:15Z | |
| dc.date | 2020-04 | |
| dc.date.accessioned | 2023-09-27T13:44:21Z | |
| dc.date.available | 2023-09-27T13:44:21Z | |
| dc.identifier | RESENDE, Amanda Martinho. Modernidade e colonialidade: articulações entre as relações de produção e de consumo e os processos de construção das subjetividades. 2020. 89 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020. | |
| dc.identifier | http://hdl.handle.net/11422/14268 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8912785 | |
| dc.description | Inspirado na perspectiva decolonial e em teorias feministas, o presente trabalho explora as articulações entre as relações de produção e de consumo e os processos de formação das subjetividades – algumas hegemônicas, outras subalternas – de modo a evidenciar sua coconstituição, com efeitos perpetuadores e, por vezes, desafiadores, sobre desigualdades históricas. Em outras palavras, ele explicita algumas das imbricações entre o sistema global capitalista, ou colonialidade do poder, e as estruturas de dominação de gênero, de raça, de classe e de sexualidade. Nessa linha, os processos históricos de formação de masculinidades e feminilidades hegemônicas – isto é, brancas, burguesas e heterossexuais – e subalternas – não brancas, de classe baixa e LGBT – são indissociáveis dos processos de expansão da modernidade e de suas relações de poder. Com isso em vista, ele investiga a construção social da hegemonia do homem branco europeu e alguns de seus efeitos hierarquizantes, a associação entre feminilidades modernas e a cultura das mercadorias, o histórico das relações raciais no Brasil e a resistência/conformação de algumas subjetividades periféricas no contexto da globalização e do neoliberalismo. Argumenta-se que o trabalho e o consumo podem ser instrumentos de privilégio, de opressão ou de emancipação, na medida em que são indispensáveis para o pleno sucesso da afirmação das identidades desejadas. | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | |
| dc.publisher | Brasil | |
| dc.publisher | Instituto de Economia | |
| dc.publisher | UFRJ | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Produção | |
| dc.subject | Consumo | |
| dc.subject | Desigualdade de renda | |
| dc.subject | Capitalismo | |
| dc.subject | Poder (Ciências sociais) | |
| dc.subject | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::TEORIA ECONOMICA::SISTEMAS ECONOMICOS | |
| dc.title | Modernidade e colonialidade: articulações entre as relações de produção e de consumo e os processos de construção das subjetividades | |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | |