dc.contributor | Afonso, Júlio Carlos | |
dc.contributor | http://lattes.cnpq.br/7183851351375986 | |
dc.contributor | http://lattes.cnpq.br/8558768529162026 | |
dc.creator | Rocha, Christiano Mota Rodrigues da | |
dc.date | 2019-05-20T16:35:13Z | |
dc.date | 2023-09-27T03:00:18Z | |
dc.date | 2018-07-19 | |
dc.date.accessioned | 2023-09-27T13:26:30Z | |
dc.date.available | 2023-09-27T13:26:30Z | |
dc.identifier | http://hdl.handle.net/11422/7984 | |
dc.identifier.uri | https://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8907186 | |
dc.description | Nas últimas décadas a produção e o consumo de equipamentos eletroeletrônicos (EEE) têm crescido exponencialmente. Que possuem uma ampla gama de materiais incluindo metais de valor agregado, como o ouro, entre outros elementos nocivos ao meio ambiente. Em paralelo, as reservas naturais de metal enfrentam escassez, adicionando isto às estratégias de mercado em reduzir intencionalmente a vida útil dos produtos emerge um problema tanto ambiental como mercadológico convergindo às atenções para os resíduos eletroeletrônicos (REEEs). A geração anual destes vale dezenas de bilhões de dólares se fossem reciclados.
A quantidade de alguns metais preciosos encontrada nos REEEs chega ser 40 vezes maiores do que em seus respectivos minérios. Isto tem impulsionado o estudo e desenvolvimento de tecnologias para recuperá-los (mineração urbana), objetivando minorar os impactos auxiliando o desenvolvimento sustentável. O presente trabalho busca cooperar neste cenário, estabelecendo rotas de processamento de resíduos contendo ouro a partir de três matrizes: rejeitos laboratoriais, cartuchos de impressora jato de tinta e placas de circuito impresso (PCIs); visando isolar o referido elemento ou compostos. Os rejeitos laboratoriais foram tratados com ataque ácido da água régia e extração com solvente orgânico. Já o processamento dos cartuchos de impressora se deu da seguinte forma: hidrólise alcalina e xileno para separar as partes (metálica e polimérica) e oxidação do cobre com ácido nítrico (HNO3) a fim de isolá-lo do ouro. A terceira matriz são as PCIs, o ouro foi separado utilizando HNO3. Duas rotas foram testadas para separá-lo da fração orgânica. Uma via teve por estratégia transportar o ouro para a fase aquosa (AuCl3) com água régia; a outra, dissolver a fração orgânica com xileno e n-hexano (1:1), porém isto não observado. Então, se tentou a calcinação, também sem êxito. A presença de polímeros termorrígidos, consequência direta da moagem, impediu a separação pela queima e fusão do ouro. | |
dc.language | por | |
dc.publisher | Universidade Federal do Rio de Janeiro | |
dc.publisher | Brasil | |
dc.publisher | Instituto de Química | |
dc.publisher | UFRJ | |
dc.rights | Acesso Aberto | |
dc.subject | Recuperação de metais | |
dc.subject | Ouro | |
dc.subject | Rejeitos laboratoriais | |
dc.subject | Cartucho de impressora | |
dc.subject | Mineração | |
dc.subject | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICA::QUIMICA ANALITICA | |
dc.title | Recuperação de ouro e de seus compostos de resíduos laboratoriais e tecnológicos | |
dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | |