dc.contributorRibeiro, Claudio Tadeu Daniel
dc.contributorAlecrim, Wilson Duarte
dc.creatorMartínez Espinosa, Flor Ernestina
dc.date2023-04-18T22:12:24Z
dc.date2023-04-18T22:12:24Z
dc.date2003
dc.date.accessioned2023-09-26T21:06:29Z
dc.date.available2023-09-26T21:06:29Z
dc.identifierMARTÍNEZ ESPINOSA, Flor Ernestina. Estudo de prevalência de malária em 6.402 mulheres em idade reprodutiva do Município de Coari, Amazonas. 2003. v, 149 f. Tese (Doutorado em Medicina Tropical) - Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2003.
dc.identifierhttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/57860
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8869267
dc.descriptionUm inquérito epidemiológico foi levado a cabo em visita domiciliar a mulheres em idade fértil do Município de Coari, no Estado do Amazonas, no período compreendido entre outubro de 2001 e outubro de 2002, para determinar prevalência de infecção por parasitas do gênero Plasmodium. Foram entrevistadas 6.402 mulheres em sua maioria de área urbana (69,4%), procedentes de áreas de alto risco de transmissão de malária (41,8%), solteiras (58,5%), alfabetizadas (80%), estudantes (entre as adolescentes), domesticas (entre as maiores de 20 anos, moradoras de área urbana) e agricultoras (entre as mais velhas de área rural). Houve uma importante associação entre morar em área rural e inicio precoce de vida sexual e analfabetismo ou baixa escolaridade. Nessas mulheres foi mais freqüente encontrar altas paridades, antecedente de não assistência ao controle pré-natal e parto extra-hospitalar assim como mortalidade infantil e aborto. Encontramos uma prevalência de gestação de 11,2% ao momento da visita, a maior parte delas no segundo trimestre. As mulheres da área rural tiveram um número médio maior de episódios de malária, sofridos ao longo da vida. O analfabetismo foi um fator freqüentemente associado à infecção malárica passada e presente, e na parasitemia atual também encontramos associação com moradia em área rural e de alto risco. Tais associações se mantiveram quando a avaliação foi feita por espécies. O sintoma mais sensível para detecção de infecção malárica foi a cefaléia embora fosse também o menos específico o que nos leva a sugerir que sua presença indique a realização de exame hemoscópico especialmente nas gestantes, dada a potencial gravidade que este evento pode ter nessa população. Já o sintoma isolado mais especifico foi o calafrio, mas a tríade – cefaléia, calafrio e febre- teve especificidade de 94,5%. Em todos os casos, houve associação entre gestação e prevalência de parasitemia, tendo sido registrado nas grávidas cinco vezes mais infecção do que nas mulheres não grávidas. Sem nenhuma dúvida, nosso achado de maior importância foi a observação de que a freqüência de infecção por cada espécie de plasmódio em mulheres nessa condição não é proporcional àquela apresentada pela população geral. As gestantes apresentaram uma freqüência 10,5 vezes maior de infecção por P. falciparum e três vezes maior de infecção por P. vivax do que as mulheres não gestantes. Tal dado não havia sido relatado até o presente momento na literatura mundial e embora deva ainda ser confirmado no estudo de seguimento, sugere fortemente que os mecanismos que determinam infecção por Plasmodium e malária podem ser diferentes entre espécies e provavelmente são menos eficientes na resistência ao Plasmodium falciparum do que ao Plasmodium vivax
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.rightsopen access
dc.subjectMalária
dc.subjectGestação
dc.subjectPlasmodium falciparum
dc.subjectPlasmodium vivax
dc.subjectBacia Amazônica
dc.subjectEstudo de Prevalência
dc.subjectMalária
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subjectGravidez
dc.titleEstudo de prevalência de malária em 6.402 mulheres em idade reprodutiva do Município de Coari, Amazonas
dc.typeThesis


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