dc.contributorSousa, Islândia Maria Carvalho de
dc.contributorSousa, Islândia Maria Carvalho de
dc.contributorBezerra, Adriana Falangola Benjamin
dc.contributorMedeiros, Kátia Rejane de
dc.creatorNunes, Ana Irene Coelho
dc.date2016-09-22T19:35:24Z
dc.date2016-09-22T19:35:24Z
dc.date2014
dc.date.accessioned2023-09-26T20:10:58Z
dc.date.available2023-09-26T20:10:58Z
dc.identifierNUNES, Ana Irene Coelho. Capacidade de Autofinanciamento e o gasto em Saúde dos Municípios do Estado de Pernambuco. 2014. Monografia (Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva) – Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, Recife, 2014
dc.identifierhttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/15926
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8850671
dc.descriptionO estudo descritivo, exploratório e analítico, foi realizado no estado de Pernambuco e objetivou analisar a relação entre a capacidade de autofinanciamento municipal e o gasto em saúde com recursos próprios dos municípios do estado no período de 2006 a 2012. Os recursos próprios vinculados à arrecadação de impostos dos municípios e as transferências constitucionais de impostos foram considerados como aqueles definidos na base de cálculo da lei n0 141 de 12 de janeiro de 2012 os quais correspondem aos dados disponíveis no SIOPS. Para análise estatística da capacidade de autofinanciamento foi utilizado o INFA, adaptado do estudo de Nunes (2004) com base na receita própria municipal e posteriormente um estudo de correlação. Evidenciou-se que durante o período estudado os municípios apresentaram um aumento da capacidade de autofinanciamento municipal, porém, existiram diferenças na taxa de crescimento da receita dos municípios entre si e entre as regiões de saúde. A análise do gasto mostrou uma elevação dos gastos em saúde para 99% dos municípios estudados, no entanto, semelhante à receita própria a taxa de crescimento dos gastos no período variou entre os municípios e entre as regiões de saúde. Ao verificar a correlação entre a receita própria e o gasto em saúde foi encontrada uma associação positiva (r2=0,90) indicando que quanto maior a receita própria, maior o gasto em saúde com recursos próprios. Ao analisar o crescimento da receita própria em relação ao crescimento do gasto com recursos próprios verificou-se que 31% do total de municípios apresentaram um crescimento do gasto com recursos próprios superior ao crescimento da receita própria, sendo a correlação (r2=0,18) entre as taxas fracamente positiva. O estudo revelou desigualdades do financiamento da saúde a partir dos recursos próprios municipais além de contribuir para análise da sustentabilidade do modelo vigente para financiar a saúde no Brasil levando em consideração o modelo federativo brasileiro.
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.rightsopen access
dc.subjectFinanciamento da Assistência à Saúde
dc.subjectGastos em Saúde
dc.subjectPolítica de Saúde
dc.subjectPolíticas Públicas
dc.subjectPolítica Financeira
dc.subjectFinanciamento de Capital/economia
dc.subjectFinanciamento da Assistência à Saúde
dc.subjectGastos em Saúde
dc.subjectPolíticas Públicas de Saúde
dc.subjectAssistência à Saúde
dc.subjectSistema Único de Saúde/economia
dc.subjectOrçamentos
dc.subjectDescentralização
dc.subjectSistemas Locais de Saúde
dc.subjectAdministração Municipal
dc.titleCapacidade de autofinanciamento e o gasto em saúde dos municípios do Estado de Pernambuco
dc.typeTCC


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