dc.contributorRapucci, Cleide Antonia [UNESP]
dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.creatorSantos, Marcela Ernesto [UNESP]
dc.date2015-05-14T16:53:21Z
dc.date2015-05-14T16:53:21Z
dc.date2014-12-05
dc.date2014
dc.date.accessioned2023-09-12T04:58:14Z
dc.date.available2023-09-12T04:58:14Z
dc.identifierSANTOS, Marcela Ernesto. Resistindo à tempestade: a interseccionalidade de opressões nas obras de Carolina Maria e Maya Angelou. 2014. 143 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Ciências e Letras de Assis, 2014.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/123321
dc.identifier000822828
dc.identifier000822828.pdf
dc.identifier33004048019P1
dc.identifier5721222081499042
dc.identifier0000-0002-1388-8470
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8772760
dc.descriptionThis thesis aims to take a reading of the works I know why the caged bird sings(1969),Gather together in my name(1974) by Maya Angelou, Bitita´s Diary(1982) and Child of the Dark(1982) by Carolina Maria de Jesus revealing autobiographical writing as a form of expression that not only brings up precious stories about the difficulties faced by characters but also signaling the triple oppression experienced by black women. In fact the hierarchy of gender, race and class black drove black women to the border of events, often forging true facts, subduing and silencing the afrofemales voices. Accordingly, we demonstrate that oppression due to race, gender and social class influence the existential condition of the authors who through traumatic experiences have massacred their own identities. In order to rescue the lost identity and subjectivity, Carolina Maria de Jesus and Maya Angelou write and (re) construct a self that even fragmented by the vicissitudes of life is able to express their scream through writing. Above all, the intersectionality of oppressions becomes the major theme of the works in question, and can be understood as a confrontational and tense social reality that is either transformed
dc.descriptionEste trabalho, valendo-se da leitura das obras I know why the caged Bird sings(1969), Gather together in my name(1974), de Maya Angelou, Diário de Bitita(1982) e Quarto de Despejo(1960), de Carolina Maria de Jesus, tem por objetivo evidenciar a escrita autobiográfica como a forma de expressão que não apenas traz à baila relatos preciosos acerca das mazelas enfrentadas pelas personagens, mas também que sinaliza a tripla opressão vivida pelas mulheres negras. De fato a hierarquia de gênero, raça e classe direcionou as mulheres negras para a fronteira dos acontecimentos, forjando muitas vezes a verdade dos fatos, calando e subjugando as vozes afro-femininas. Nesse sentido, demonstraremos que a opressão por causa da raça, do gênero e da classe social influencia a própria condição existencial das autoras que, por meio de experiências traumáticas, têm suas identidades massacradas. Com o intuito de resgatar a identidade e a subjetividade perdida, Carolina Maria de Jesus e Maya Angelou escrevem e (re)constroem um eu que, mesmo fragmentado pelas vicissitudes da vida, é capaz de expressar seu grito por meio da escrita. Acima de tudo, a interseccionalidade de opressões torna-se a grande temática das obras em questão, e pode ser entendida como uma realidade social conflitiva e tensa, que se quer transformada
dc.format143 f. : il.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsLOCKSS system has permission to collect, preserve, and serve this Archival Unit
dc.sourceAleph
dc.subjectJesus, Carolina Maria de 1914-1977
dc.subjectAngelou, Maya
dc.subjectAutobiografia
dc.subjectNegras
dc.subjectMulheres - Identidade
dc.subjectMulheres na literatura
dc.subjectWomen in literature
dc.titleResistindo à tempestade: a interseccionalidade de opressões nas obras de Carolina Maria e Maya Angelou
dc.typeTese de doutorado


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