dc.contributorUniversidade de São Paulo (USP)
dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.contributorAgência Córdoba Ciência
dc.creatorCapucho, H. C.
dc.creatorMastroianni, Patricia de Carvalho [UNESP]
dc.creatorCuffini, S.
dc.date2014-06-24T19:53:59Z
dc.date2014-06-24T19:53:59Z
dc.date2008
dc.date.accessioned2023-09-09T08:36:41Z
dc.date.available2023-09-09T08:36:41Z
dc.identifierhttp://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/Cien_Farm/article/view/595
dc.identifierRevista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, v. 29, n. 3, 2008, p. 277-283.
dc.identifier1808-4532
dc.identifier2179-443X
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/107230
dc.identifierISSN1808-4532-2008-29-3-277-283.pdf
dc.identifier4160558780902988
dc.identifier0000-0001-8467-7278
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8757201
dc.descriptionApesar da política nacional de medicamentos propor que os mesmos tenham qualidade, efi cácia e segurança, os hospitais sentinelas têm recebido notifi cações de queixa técnica, reações adversas e suspeita de inefetividade terapêutica de medicamentos. Este estudo propôs identifi car os tipos de medicamentos notifi cados num hospital da Rede Sentinela, durante 18 meses, por suspeita de inefetividade terapêutica e verifi car a possibilidade de existência de polimorfos do fármaco, através de levantamento bibliográfi co. Foram identifi cadas 31 notifi cações de suspeita de inefetividade terapêutica de medicamentos similares, provenientes de onze fármacos diferentes, dos quais cinco podem apresentar polimorfos. No entanto, não signifi ca que os demais fármacos não apresentem polimorfos, sendo necessários estudos mais prolongados sobre o polimorfi smo, priorizando os estudos de fármacos com histórico de notifi cação de inefetividade terapêutica. Dados do presente estudo sugerem que testes de polimorfos sejam implantados na rotina do controle de qualidade da matéria-prima do fármaco, no desenvolvimento farmacotécnico do medicamento pela indústria farmacêutica e que o órgão sanitário federal exija os testes de polimorfi smo nos estudos de equivalência farmacêutica e estabilidade para o registro e pós-registro de medicamentos similares e genéricos, a fi m de assegurar a reprodutibilidade da qualidade, segurança e efi cácia comprovadas nos estudos in vivo de bioequivalência e biodisponibilidade relativa. Palavras-chave: polimorfi smo; vigilância sanitária; medicamento genérico; medicamento similar
dc.descriptionGerenciamento de Risco, Centro Integrado da Qualidade, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
dc.descriptionDepartamento de Fármacos e Medicamentos, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Araraquara, SP, Brasil.
dc.descriptionAgência Córdoba Ciência, Unidade Ceprocor, Córdoba, Argentina.
dc.descriptionDepartamento de Fármacos e Medicamentos, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Araraquara, SP, Brasil.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.relationRevista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada
dc.relation0,131
dc.rightsAcesso aberto
dc.sourceRevista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada
dc.subjectFarmacologia
dc.subjectFarmacovigilância
dc.subjectSegurança dos Medicamentos
dc.subjectpolimorfi smo
dc.subjectvigilância sanitáriamedicamento genérico
dc.subjectmedicamento similar
dc.subjectMedicamento genérico
dc.titleFarmacovigilância no Brasil: a relação entre polimorfi smo de fármacos, efetividade e segurança dos medicamentos
dc.typeArtigo


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