dc.contributorMartins, Mônica Silva
dc.creatorDiniz, Victor Senna
dc.date.accessioned2019-10-08T15:30:44Z
dc.date.accessioned2023-09-05T15:59:02Z
dc.date.available2019-10-08T15:30:44Z
dc.date.available2023-09-05T15:59:02Z
dc.date.created2019-10-08T15:30:44Z
dc.date.issued2019
dc.identifierDINIZ, Victor Senna. Transplante de fígado no estado do Rio de Janeiro: análise retrospectiva do período 2013-2017. 2019. 110 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2019.
dc.identifierhttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/36275
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8672997
dc.description.abstractO presente estudo teve como objetivo analisar o perfil da demanda, a utilização e os resultados do Programa de Transplante de Fígado no estado do Rio de Janeiro. Foram analisados 1.258 prontuários de pacientes adultos inscritos em lista para o transplante de fígado por doador cadáver, no período de janeiro de 2013 até dezembro de 2017, com observação até dezembro de 2018. Elegeram-se as variáveis sociodemográficas, clínicas e de logística captação-transplante. A matriz conceitual de qualidade utilizada baseou-se na abordagem proposta por Donabedian (1980) e pelo Institute of Medicine (2001). Como método estatístico, foram utilizadas as análises univariada, bivariada e multivariada (regressão logística e análise de sobrevida por regressão de Cox). O perfil dos pacientes em lista é composto em sua maioria por homens brancos, de meia-idade, moradores da capital, com hepatopatia moderada a grave de causa viral, que se correlacionam com o acesso à lista de espera. Entre aqueles pacientes que estão em lista, o sexo masculino, a gravidade da doença hepática, o tipo sanguíneo ABO, o centro de transplante vinculado e a presença de hepatocarcinoma ou hemodiálise influenciam a chance de obtenção do fígado para transplante. Entre os pacientes submetidos ao transplante de fígado, o Meld médio encontrado foi de 24,4 com tempo de isquemia fria média de 6,9 horas nos transplantes, cuja sobrevida após 1 ano foi de 78,6% no período analisado. Entre os fatores preditivos de maior mortalidade após o transplante, destacam-se idade >65 anos, Meld >30, hemodiálise, isquemia fria >8 horas e cor de pele não branca. Observou-se que quanto maior o volume de transplantes melhor o desempenho do programa ao longo do tempo, reduzindo taxas de perda do enxerto e de mortalidade, mesmo quando ajustado por gravidade clínica do paciente. Observou-se um aumento da proporção de pagamento privado no transplante de fígado no estado do Rio de janeiro, sem apresentar diferenças de fontes de pagamento nos desfechos analisados. Conclui-se que variáveis clínicas, sociodemográficas, de logística de captação-transplante e centro transplantador influenciaram o acesso, a adequação do cuidado e os resultados do transplante de fígado.
dc.languagepor
dc.rightsopen access
dc.titleTransplante de fígado no estado do Rio de Janeiro: análise retrospectiva do período 2013-2017
dc.typeDissertation


Este ítem pertenece a la siguiente institución