dc.creatorSantos, João Bosco de Figueiredo
dc.creatorGottlieb, Ilan
dc.creatorTassi, Eduardo Marinho
dc.creatorCamargo, Gabriel Cordeiro
dc.creatorAtié, Jacob
dc.creatorXavier, Sérgio Salles
dc.creatorPedrosa, Roberto Coury
dc.creatorSaraiva, Roberto Magalhães
dc.date.accessioned2022-02-22T21:37:41Z
dc.date.accessioned2023-09-05T11:56:39Z
dc.date.available2022-02-22T21:37:41Z
dc.date.available2023-09-05T11:56:39Z
dc.date.created2022-02-22T21:37:41Z
dc.date.issued2021
dc.identifierSANTOS, João Bosco de Figueiredo et al. Fibrose Cardíaca e Mudanças Evolutivas na Função Ventricular Esquerda em Pacientes com Cardiopatia Chagásica Crônica. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 117, n. 6, p. 1081-1090, 2021.
dc.identifier1678-4170
dc.identifierhttps://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/51419
dc.identifier10.36660/abc.20200597
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8645742
dc.description.abstractFundamento A cardiopatia chagásica (CC) é uma condição de progressão lenta, cujo principal achado histopatológico é fibrose. Objetivos Avaliar se a fibrose cardíaca aumenta ao longo do tempo e se correlaciona com aumento no tamanho do ventrículo esquerdo (CE) e redução na fração de ejeção (FE) na CC crônica. Métodos Estudo retrospectivo que incluiu 20 indivíduos (50% homens; 60±10 anos) com CC crônica que se submeteram a dois exames de ressonância magnética cardíaca (RMC) com realce tardio com gadolínio em um intervalo mínimo de quatro anos entre os exames. Volume, FE e massa de fibrose do ventrículo esquerdo (VE) foram determinados por RMC. Associações da massa de fibrose na primeira RMC com alterações no volume do VE e FE ventricular esquerda na segunda RMC foram testadas por análise de regressão logística. Valores p<0,05 foram considerados significativos. Resultados Os pacientes foram classificados em: A (n=13; alterações típicas de CC no eletrocardiograma e função sistólica global e segmentar do VE normal) e B1 (n=7; alteração na motilidade da parede do VE e FE ≥45%). O tempo médio entre os dois estudos de RMC foi de 5,4±0,5 anos. Fibrose do VE (em % massa do VE) aumentou de 12,6±7.9% para 18,0±14,1% entre os exames de RMC (p=0,02). A massa de fibrose cardíaca no basal associou-se com uma diminuição > cinco unidades absolutas na FE ventricular esquerda da primeira para a segunda RMC (OR 1,48; IC95% 1,03-2,13; p=0,03). A massa de fibrose do VE foi maior e aumentou entre os dois estudos de RMC no grupo de pacientes que apresentaram diminuição na FE entre os testes. Conclusões Mesmo pacientes em estágios iniciais da CC apresentam um aumento na fibrose do miocárdio ao longo do tempo, e a presença de fibrose do VE no basal está associada a uma diminuição da função sistólica do VE.
dc.languagepor
dc.publisherScielo
dc.rightsopen access
dc.titleFibrose Cardíaca e Mudanças Evolutivas na Função Ventricular Esquerda em Pacientes com Cardiopatia Chagásica Crônica
dc.typeArticle


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