dc.creatorLobo, Carlos
dc.creatorFerreira, Rodrigo Nunes
dc.creatorNunes, Marcos Antônio
dc.date2023-01-10T16:40:48Z
dc.date2023-01-10T16:40:48Z
dc.date2022
dc.date.accessioned2023-09-05T11:30:16Z
dc.date.available2023-09-05T11:30:16Z
dc.identifierLOBO, C.; FERREIRA, R. N.; NUNES, M. A. A sustentabilidade fiscal e a oferta de serviços públicos: uma análise dos municípios brasileiros de pequeno porte. urbe - Revista Brasileira de Gestão Urbana, v. 14, p. 1-18, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-3369.014.e20210187. Acesso em: 04 ago. 2022.
dc.identifier2175-3369
dc.identifierhttp://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/123456789/3660
dc.identifier10.1590/2175-3369.014.e20210187
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8638710
dc.descriptionEm 2019, o Governo Federal enviou ao Senado a proposta de Emenda à Constituição nº 188/2019, denominada PEC do Pacto Federativo. Entre outras medidas, a PEC propõe incluir um dispositivo que obriga os municípios de até 5 mil habitantes a comprovar sua “sustentabilidade financeira”, definida como ter pelo menos 10% da receita total proveniente de impostos municipais. Tendo como universo de análise os pequenos municípios brasileiros, considerados de baixa sustentabilidade financeira, segundo os critérios estabelecidos pela PEC 188/2019, este trabalho busca avaliar o nível de eficácia da prestação de serviços públicos municipais, de modo a avaliar a real necessidade que justifica essa proposta de emenda. Como contraponto à avaliação meramente demográfica e/ou tributária foram analisados três indicadores de cobertura da prestação de serviços básicos tipicamente municipais: assistência social, cobertura de saúde e frequência escolar; os quais foram agrupados em um índice síntese denominado Índice de Qualidade de Serviços (IQS). Os resultados mostraram que os indicadores de cobertura dos serviços públicos analisados dos municípios com até 5 mil habitantes possuem desempenho similar aos demais municípios brasileiros, em muitos casos superior à média nacional, diferentemente do suposto na proposta de emenda constitucional. Boa parte dos municípios de pequeno porte populacional (população residente inferior a 5 mil) e de baixa razão de sustentabilidade fiscal (RSF menor que 10%) apresenta melhor desempenho na prestação de serviços públicos. As evidências apresentadas, ainda que preliminares, permitem que se questione a validade do critério de autonomia proposto pela PEC, considerando que as supostas eficiência e eficácia da gestão pública municipal não são resultado exclusivo da suposta “sustentabilidade financeira”.
dc.languagept_BR
dc.rightsopenAcess
dc.titleA sustentabilidade fiscal e a oferta de serviços públicos: uma análise dos municípios brasileiros de pequeno porte
dc.typeArtigo


Este ítem pertenece a la siguiente institución