dc.contributorMartins, Luiz Eduardo Galvão [UNIFESP]
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/7450591257308426
dc.contributorhttp://lattes.cnpq.br/0203910403476737
dc.creatorCarvalho, Aloysio Augusto Rabello de [UNIFESP]
dc.date.accessioned2022-11-18T13:50:18Z
dc.date.accessioned2023-09-04T17:59:07Z
dc.date.available2022-11-18T13:50:18Z
dc.date.available2023-09-04T17:59:07Z
dc.date.created2022-11-18T13:50:18Z
dc.date.issued2022-09-30
dc.identifierhttps://repositorio.unifesp.br/11600/65920
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8612295
dc.description.abstractAo desenvolver um sistema embarcado, é possível ou não a utilização de um Operating System (OS), ou ainda utilizar um Real Time Operating System (RTOS). Em algumas situações, como no desenvolvimento de sistemas microcontrolados com recursos computacionais limitados, o desenvolvedor pode ter dúvidas sobre os ganhos do uso de um OS em um projeto. Após o mapeamento sistemático, não pudemos responder algumas perguntas sobre a utilização de um OS ou um RTOS. Pouco foi encontrado sobre o uso de OS em sistemas embarcados, principalmente sobre o impacto de um RTOS em um sistema embarcado. Este projeto tem como objetivo o estudo comparativo sobre o desenvolvimento de um software embarcado aplicando diferentes abordagens de implementação, a fim de medir a curva de aprendizagem, tempo e complexidade do código produzido, para assim tentar responder as vantagens e desvantagens da utilização de um RTOS em um projeto de software embarcado. Para responder as perguntas desta pesquisa utilizamos o estudo experimental no desenvolvimento do software de controle de uma bomba de infusão de insulina, utilizando duasabordagens: o desenvolvimento com o uso do OS TI-RTOS e sem o uso do OS, avaliando a arquitetura do software, a curva de aprendizagem, o tempo de desenvolvimento, e a complexidade do código produzido. Após a execução do estudo experimental obtivemos os seguintes resultados: encontramos evidências que indicam que a curva de aprendizagem no TI-RTOS não é alta em relação ao mesmo sistema sem OS, demonstrando que a produtividade ao se desenvolver com o TI-RTOS não foi significativamente alterada e demonstramos que a utilização do TI-RTOS não aumentou de forma significativa a complexidade do código.
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectSistemas Operacionais
dc.subjectSoftware Embarcado
dc.subjectSistema Embarcado
dc.subjectSistema Operacional de Tempo Real
dc.subjectRTOS
dc.titleUm estudo sobre a abordagem de desenvolvimento de software embarcado utilizando o TI-RTOS
dc.typeDissertação de mestrado


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