dc.contributorIannitelli, Leda Maria Muhana Martinez
dc.contributorOliveira, Jacyan Castilho de
dc.contributorAquino, Dulce Tâmara Lamêgo Silva e
dc.contributorIannitelli, Leda Maria Muhana Martinez
dc.creatorAraújo, Angela Souza de
dc.creatorAraújo, Angela Souza de
dc.date.accessioned2018-04-12T18:33:01Z
dc.date.accessioned2023-09-04T16:59:22Z
dc.date.available2018-04-12T18:33:01Z
dc.date.available2023-09-04T16:59:22Z
dc.date.created2018-04-12T18:33:01Z
dc.date.issued2018-04-12
dc.identifierhttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/25749
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8607358
dc.description.abstractEsta pesquisa tem o objetivo de investigar as configurações das companhias “independentes” em seu papel na formação e atuação dos artistas da dança no ambiente da dança de Fortaleza entre o final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Nesse contexto a formação acontecia de modo informal e assistemática em cursos livres e academias, nos quais os processos educacionais tendem a atrelar-se a uma concepção dicotômica de corpo, com métodos centrados no virtuosismo técnico, sem preocupação com os processos criativos individuais. Nesse ambiente os modos de funcionamento das companhias de dança “independentes” articulam o fazer artístico e a formação profissional, promovendo o desenvolvimento não apenas de habilidades ou técnicas, mas de competências profissionais do artista da dança. Espaços nos quais os processos colaborativos de investigação criativa e coletivos de enfrentamento cotidiano para manutenção do espaço e construção de condições de existência mobilizam um conjunto de recursos – conhecimentos, habilidades, esquemas de ação, atitudes – para lidarem com complexidade da produção criativa e a formação de seus artistas. Nesse horizonte, emerge a função de formação de viés contemporâneo em dança, tema ainda pouco investigado e, portanto, constituindo-se objeto de estudo desta pesquisa. Foram escolhidas três companhias que mantêm um funcionamento regular na cidade, realizando montagens e circulando com seus espetáculos: a Companhia da Arte Andanças fundada em 1991 e dirigida por Andréa Bardawil; a Cia. Vatá, fundada 1994 no Rio de Janeiro pela coreógrafa cearense Valéria Pinheiro é que em 2000 estabeleceu sua sede em Fortaleza; e a terceira e mais nova das companhias, o CEM - Centro de Experimentações em Movimentos, criado em 2002 sob a direção de Silvia Moura. Tais companhias se estruturam oferecendo aulas de dança e desenvolvendo processos investigativos para a criação de suas obras dançantes, proporcionando desenvolvimento e compartilhamento de saberes e práticas de dança. Partindo da observação dessas companhias pretendemos refletir sobre seus modos de fazer, procedimentos criativos de investigação e formação em dança, com o objetivo de contribuir na identificação de competências desenvolvidas e tendências acerca da formação contemporânea em dança. Para tanto, esta é uma pesquisa de caráter etnográfico numa perspectiva histórica. Nessa perspectiva, a pesquisa identificou e descreveu como as cias. estudadas se configuraram como ambientes de formação contemporâneo em dança na cidade, norteados por seu projetos artísticos, articularam saberes em ações que promoveram a atuação de seus membros como criadores, dançarinos e/ou professores.
dc.languagept_BR
dc.publisherEscola de Dança
dc.publisherPrograma de Pós-graduação em Dança (PPGDANCA)
dc.publisherUFBA
dc.publisherBrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDança
dc.subjectDança Contemporânea
dc.subjectCompanhias de Dança
dc.subjectDança - Formação
dc.subjectCompanhia da Arte Andanças
dc.subjectCia. Vatá
dc.subjectCEM - Centro de Experimentações em Movimentos
dc.subjectDança do Ceará
dc.titleCorporeografias Cearenses: o ambiente artístico-formativo e as Companhias “Independentes” de Dança de Fortaleza
dc.typeDissertação


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