dc.contributorBotelho, Isaura
dc.contributorMatos, Fernanda Laís
dc.creatorSilva, Herika de Araujo
dc.date.accessioned2017-05-08T15:44:36Z
dc.date.accessioned2023-09-04T16:45:13Z
dc.date.available2017-05-08T15:44:36Z
dc.date.available2023-09-04T16:45:13Z
dc.date.created2017-05-08T15:44:36Z
dc.date.issued2017-05-08
dc.identifierhttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/22382
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8604695
dc.description.abstractCom base, em uma observação no resultado de um exercício aplicado em sala de aula, o Diagnóstico Rápido e Participativo –DRP-, (Módulo I e Módulo II) no curso Gestores Culturais- UFBA, que uniu gestores da Mata Norte e Mata Sul, o Patrimônio Imaterial (Expressões artísticas e culturais) foi identificado como ponto positivo, em toda a Zona da Mata pernambucana. Entretanto foi discutida uma maior visibilidade das atividades artístico-culturais das cidades localizadas na Zona da Mata Norte que as da Mata Sul.O exercício estimulou e provocou debate sobre as potencialidades e fragilidades culturais dessas duas regiões pernambucanas. O grupo, formado por gestores, agentes e artistas atuantes nessas duas regiões, possibilitou um rico debate e um diagnóstico preciso, apesar de superficial, uma vez que teve como premissas apenas as trocas de narrativas no que se refere às experiências e vivências dos integrantes do grupo. No primeiro momento houve uma resistência entre os integrantes em unir em um mesmo trabalho as duas Matas, uma vez que apresentavam características completamente diferentes. Ocorre que no andamento do debate percebemos que os desafios, apesar de pontuados prioritariamente em pontos distintos, são os mesmos. De um lado política pública de cultura para fortalecimento. No outro para estimular e fortalecer. Enquanto que a quantidade das expressões e manifestações desenvolvidas na Mata Norte geram ainda mais demanda e necessidade de manutenção, ou seja, fortalecimento, a Mata Sul carece de estímulo.Este trabalho é um segundo momento e trata-se de uma reflexão sobre o que poderia estar contribuindo para que essas duas regiões, que apesar de serem tão próximas e por estarem inseridas dentro de um mesmo contexto histórico, “Ciclo da cana-de-açúcar”,portanto mesma base de tradição dos modos de fazer ,criar e viver, apresentam desenvolvimento e visibilidade cultural de forma tão diferenciada. Uma com expressões e manifestações artísticas e culturais tão fortalecidas e a outra região tão fragilizada. Dentro desse universo complexo, sobre o que fortalece ou fragiliza, a visibilidade ou (in)visibilidadedas atividades artístico-culturais de uma determinada região, iremos nortear este trabalho fazendo uma observação a partir, apenas, de um recorte deste universo, direcionado para a cidade da Vitória de Santo Antão, uma vez que, como veremos mais adiante, está entre as cidades que contribui de forma relevante com o PIB estadual e apresenta melhor localização do ponto de vista geográfico, tanto em relação à capital quanto entre as duas regiões das Matas, por esta localizar-se exatamente no centro.Nosso trabalho analisará as atividades artístico-culturais desenvolvidas na cidade e ainda um breve paralelo da importância da gestão pública cultural para o fortalecimento dessas práticas.
dc.languagept_BR
dc.publisherInstituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos
dc.publisherMINISTÉRIO DA CULTURA
dc.publisherSECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
dc.publisherFUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO
dc.publisherUNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
dc.publisherIHAC
dc.publisherbrasil
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVITÓRIA DE SANTO ANTÃO
dc.subjectCultura
dc.subjectArtes
dc.titleAs atividades artístico-culturais da cidade de Vitória de Santo Antão
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso


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