Brasil | TCCgrad
dc.contributorDeschamps, Isadora Schramm
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina.
dc.creatorComunello, Júlia Chisté
dc.date2023-03-03T13:44:02Z
dc.date2023-03-03T13:44:02Z
dc.date2023-02-17
dc.date.accessioned2023-09-02T11:43:17Z
dc.date.available2023-09-02T11:43:17Z
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/244829
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8595197
dc.descriptionTCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Engenharia de Materiais.
dc.descriptionO presente trabalho compreende os estudos relativos ao coalescimento em altas temperaturas dos precipitados cerâmicos de carbeto de nióbio (NbC) ou nitreto de nióbio (NbN) em compósitos de matriz ferrosa. A produção foi realizada a partir da pesquisa sendo realizada no Laboratório de Materiais (Labmat) da UFSC, cujos princípios inovadores visam um material de engenharia com potencial custobenefício e repetibilidade industrial. A formação e homogeneização dos reforços foram feitas in situ, com a intenção de diminuir defeitos na interface e reduzir o tamanho dos reforços, assim aperfeiçoando as propriedades mecânicas finais do material. Foram definidas 3 condições de tratamentos térmicos a partir de simulações termodinâmicas realizadas no software Thermo-Calc®; C1 com patamar de 1150ºC por 10h, C2 com patamar de 1500ºC por 1h, e C3, com patamar de 1150ºC por 5h, além da C0, condição de controle sem tratamentos térmicos posteriores. Com a obtenção das amostras de nitretos e carbetos de nióbio para cada condição, 2 metodologias foram utilizadas para comparar os resultados dos tamanhos de partícula: a análise de imagem através do software ImageJ® e a medida direta das partículas de reforço através da digestão ácida da matriz ferrítica. Os valores absolutos do tamanho médio das partículas entre as simulações e a digestão ácida indicaram dados similares para C0 e C1, com 0,88 μm para 0,91 μm em NbC/C0, 0,68 para 0,94 em NbN/C0, 1,29 μm para 1 μm em NbC/C1 e 1,34 μm para 1,25 μm em NbN/C1, respectivamente. Para valores percentuais indicativos da taxa de coalescimento, porém, o cenário foi de maior compatibilidade para a análise de imagem, com as amostras de NbC/C1 indicando 9,9% no tamanho médio derivado do ImageJ® e média de 9,8% nas simulações, NbC/C2 741% e 754%, e NbC/C3 2% e 9,8% de aumento em comparação a seus reforços em C0. O maior crescimento, porém, não ultrapassou 4 μm em nenhum dos reforços nem medições experimentais dos quase 10 μm previstos pelas simulações na C2. A partir desses resultados, foram discutidos os motivos para a maior e menor confiabilidade de acordo com as particularidades das técnicas elaboradas. Assim, conclui-se que o coalescimento esperado foi maior do que os resultados obtidos, e indica o potencial dos compósitos desenvolvidos em questão.
dc.format80
dc.formatapplication/pdf
dc.languagept_BR
dc.publisherFlorianópolis, SC.
dc.rightsOpen Access.
dc.subjectMMC
dc.subjectcoalescimento
dc.subjectanálise de imagem
dc.subjectdigestão ácida
dc.subjectsimulações Thermo-Calc®
dc.titleMetodologias de medição dos reforços de compósitos de matriz ferrosa reforçados por carbetos e nitretos de nióbio em função da temperatura
dc.typeTCCgrad


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