dc.contributorHillesheim, Jaime
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina
dc.creatorSieben, Victor Hugo
dc.date2021-08-20T14:08:09Z
dc.date2021-08-20T14:08:09Z
dc.date2021-08-20
dc.date.accessioned2023-09-02T09:34:25Z
dc.date.available2023-09-02T09:34:25Z
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226039
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8588697
dc.descriptionSeminário de Iniciação Científica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Socioeconômico. Departamento de Serviço Social.
dc.descriptionO presente relatório vincula-se a um projeto de pesquisa cujo objeto central é a aplicabilidade do princípio da prevalência do negociado sobre o legislado no âmbito trabalhista em Santa Catarina, a partir da vigência da contrarreforma trabalhista de 2017 (Lei nº 13.467, especialmente). Na atual etapa da pesquisa, realizamos a busca e análise de instrumentos coletivos de trabalho (Acordos e Convenções) pactuados a partir de 2019 em setores econômicos específicos de Santa Catarina. A busca dos instrumentos se deu por meio da plataforma Sistema Mediador, do Ministério da Economia, e a análise teve como principais enfoques questões relacionadas a: salário, jornada de trabalho, férias, homologação das rescisões de trabalho, relações sindicais, banco de horas, trabalho remoto (home office), medidas tomadas em virtude da pandemia da COVID-19, medidas de conciliação e trabalho intermitente. Foram selecionadas Convenções que abrangem a totalidade do período selecionado (a partir de 2019 e anos subsequentes) e Acordos nos quais empresas de grande e pequeno porte figuram como partes. A partir da análise dos materiais, verificou-se que o princípio da prevalência do negociado sobre o legislado (artigo 611-A da CLT) e a prevalência dos Acordos em relação às Convenções (artigo 620 da CLT) se constituíram enquanto mecanismos de precarização das condições de trabalho, na medida em que possibilitaram a pactuação de piores condições de trabalho em relação às previstas nas Convenções. A situação se complexifica ainda mais a partir da possibilidade de negociação individual entre empresas e trabalhadores, sem que suas condições de trabalho sejam objeto de negociações coletivas.
dc.formatVídeo
dc.formatvideo/mp4
dc.languagept_BR
dc.publisherFlorianópolis - SC
dc.subjectRelações e condições de trabalho
dc.subjectAcordos e Convenções Coletivas
dc.subjectReforma trabalhista
dc.titleAs novas bases legais das relações trabalhistas: um estudo de Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho celebrados em Santa Catarina a partir de 2017 (Etapa III)
dc.typeVideo


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