dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
dc.creatorOliveira, Cristiane Moço Canhetti de
dc.creatorCunha, Denise
dc.creatorSantos, Ana Cláudia dos
dc.date2014-05-20T13:31:40Z
dc.date2014-05-20T13:31:40Z
dc.date2013-03-01
dc.date.accessioned2017-04-05T20:19:30Z
dc.date.available2017-04-05T20:19:30Z
dc.identifierAudiology - Communication Research. Academia Brasileira de Audiologia, v. 18, n. 1, p. 43-49, 2013.
dc.identifier2317-6431
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/10790
dc.identifier10.1590/S2317-64312013000100009
dc.identifierS2317-64312013000100009
dc.identifierS2317-64312013000100009.pdf
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S2317-64312013000100009
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/858649
dc.descriptionOBJETIVO: Caracterizar os fatores gênero, idade, tempo de duração e tipologia das disfluências, fatores estressantes físicos e emocionais em crianças com alto risco para a gagueira e com recorrência familial do distúrbio. MÉTODOS: Participaram 65 crianças com alto risco para a gagueira desenvolvimental familial, de ambos os gêneros, na faixa etária de três a 11anos. A coleta de dados foi realizada por meio do Protocolo de Risco para a Gagueira do Desenvolvimento (PRGD). RESULTADOS: A razão masculino/feminino de crianças disfluentes encontrada foi de 2,8:1, com predominância do grupo na faixa etária de três anos. Os resultados revelaram diferença significativa quanto ao tempo de duração: mais crianças apresentaram um período maior de 12 meses de duração das disfluências em relação às crianças que apresentaram de seis a 12 meses de duração. A maioria apresentou algum fator estressante emocional e não apresentou fator estressante físico. CONCLUSÃO: Os resultados sugerem que crianças com recorrência familial da gagueira no gênero masculino, na faixa etária de três anos, com presença de disfluências gagas por mais de 12 meses e com ocorrência de fatores estressantes emocionais são as que apresentam maior risco para o desenvolvimento da gagueira persistente.
dc.descriptionPURPOSE: To characterize the factors gender, age, duration and typology of the disfluencies; physical and emotional stresses in children with high risk for stuttering and with familial recurrence of the disorder. METHODS: Sixty-five children with high risk for developmental familial stuttering of both genders, with ages between 3 and 11 years and 11 months. The data were gathered through the Protocol of Risk for the Developmental Stuttering. RESULTS: In our findings the ratio male:female was 2.8:1, and the majority of the children were aged 3 years old. Significantly more children presented more than 12 months' duration of the disfluencies when compared to children that presented 6 to 12 months' duration. The majority showed some emotional stress and didn't show any physical stress. CONCLUSION: The results of this study suggest that children with familial recurrence of stuttering, male, with 3 years old, with stuttering-like disfluencies (SLD) lasting for more than 12 months and with the occurrence of emotional stresses are the children that present the higher risk for the development of the persistent stuttering.
dc.descriptionFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.languagepor
dc.publisherAcademia Brasileira de Audiologia
dc.relationAudiology - Communication Research
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.subjectGagueira
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectGenética
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subjectDistúrbios da fala
dc.subjectStuttering
dc.subjectRisk factors
dc.subjectGenetics
dc.subjectSpeech, language and hearing sciences
dc.subjectSpeech disorders
dc.titleFatores de risco para gagueira em crianças disfluentes com recorrência familial
dc.typeOtro


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