dc.contributorBotelho, Lúcio José
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina
dc.creatorOliveira, Jean Felipe Nogueira
dc.date2022-06-30T16:01:33Z
dc.date2022-06-30T16:01:33Z
dc.date2022-06-29
dc.date.accessioned2023-09-02T07:53:07Z
dc.date.available2023-09-02T07:53:07Z
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/235964
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8583903
dc.descriptionTCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina.
dc.descriptionIntrodução e Objetivo: A Hepatite C é um dos maiores desafios para a Saúde Pública no Brasil e no mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que, em 2015, aproximadamente 100 milhões de pessoas possuíam evidência de exposição ao HCV e 71 milhões de indivíduos infectados já na fase crônica, com 400mil óbitos anualmente. No Brasil, a estimativa é que em 2016 cerca de 657 mil pessoas possuíam infecção ativa pelo HCV com maior prevalência na região Sul e Sudeste. Também estimado pela OMS, 57% dos casos de cirrose hepática e 78% dos hepatocarcinomas estejam associados ao HBV e HCV. O Objetivo deste trabalho descrever os casos de Hepatite C e a taxa de detecção de Hepatite C por 100.000 habitantes nas cidades de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre nos anos de 2015 a 2020. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, ecológico, retrospectivo do tipo série histórica a partir de dados secundários. Os dados para obtenção da taxa de detecção de Hepatite C nas cidades de estudo de 2015 a 2020, foram retirados através do domínio eletrônico: Indicadores e Dados Básicos das Hepatites nos Municípios. Resultados: Foram confirmados 2.687 casos em Curitiba, 784 em Florianópolis e 7.512 casos em Porto Alegre de 2015 até 2020. Em todas as capitais analisadas, foi notado padrão de queda de forma geral nos casos absolutos e na taxa de detecção de Hepatite C nos anos de 2015 a 2020. Particularmente o ano de 2020 apresentou padrão de queda superior nos casos absolutos e na taxa de detecção em comparação aos outros anos em todas as cidades. Conclusão: Percebe-se que, nas cidades estudadas, a taxa de detecção de Hepatite C apresenta tendência de queda o que pode representar uma boa perspectiva para alcançar a meta da OMS de eliminar Hepatite C até 2030. No entanto, a Pandemia COVID-19 trouxe maiores desafios para a eliminação do HCV. Foi perceptível analisar o impacto nos tratamentos, diagnósticos esperados para o ano de 2020, o que traz a necessidade de discutir maiores estratégias de saúde coletiva para frenar o curso desse agravo. Portanto, a defesa a favor da saúde pública de qualidade, e o fortalecimento da atenção primária, tornam-se imperante no contexto de erradicação das hepatites virais, pela luta através da promoção da prevenção, conscientização da população, rastreamento e tratamento dessa enfermidade que é tão custosa à sociedade. Palavras-chave: Hepatite C; Eliminação da hepatite C; Epidemiologia; Curitiba; Florianópolis; Porto Alegre.
dc.formatapplication/pdf
dc.languagept_BR
dc.publisherFlorianópolis, SC
dc.rightsOpen Access
dc.subjectHepatite C, Epidemiologia, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre
dc.titleHepatite C, série histórica nas capitais do sul do Brasil nos anos de 2015-2020
dc.typeTCCgrad


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