dc.contributorVaz, Alexandre Fernadez
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina
dc.creatorMazzitelli, Gabriella de
dc.date2021-08-23T10:23:53Z
dc.date2021-08-23T10:23:53Z
dc.date2021-08-21
dc.date.accessioned2023-09-02T06:53:46Z
dc.date.available2023-09-02T06:53:46Z
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226254
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/8581156
dc.descriptionSeminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Curso de Pedagogia
dc.descriptionA violência, em vários de seus registros, é um componente central do curso da civilização humana. Com frequência, seus destinatários são as crianças. Uma educação violenta resultará em cidadãos violentos além de apresentar essas práticas às novas gerações, perpetuando-as. Este trabalho apresenta resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi analisar aspectos da violência em práticas educativas, escolares ou não, com ênfase nas formas de domínio sobre o corpo infantil. A primeira parte discute conceitos como violência, educação e infância em de Theodor W. Adorno e Hannah Arendt, dois teóricos contemporâneos. Em um segundo momento, apresenta uma discussão sobre os filmes ‘A Fita Branca’, dirigido por Michael Haneke e lançado no ano de 2010, retratando a vida em um pequeno vilarejo no interior da Alemanha nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial; e ‘Pixote, a Lei do Mais Fraco’, dirigido por Héctor Babenco, de 1981, registrando a vida de um grupo de jovens em desacordo com a lei que, desamparados, sobrevivem entre a instituição e a rua. Ambas proporcionam uma experiência estética que possibilita a análise, a partir da vida cotidiana, da forma em que a violência se exprime em processos educativos infantis. O terceiro grupo de fontes inclui o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) e a Lei 13.010 (2014), popularmente conhecida como Lei da Palmada, responsáveis por legislar os direitos na infância para uma vida plena e segura. Em relação a cada conjunto de fontes procuramos responder três questões: 1) como se dá a relação criança-adulto-criança; 2) quais são as técnicas da violência executadas ou condenadas; 3) como os processos de violência são naturalizados ou desnaturalizados? A violência, com frequência forma adultos que a perpetuam nos mais novos. Por outro lado, a responsabilidade de proteção e cuidado é, socialmente, dos adultos. Prevalece em muitas situações a violência naturalizada como valor pedagógico, assim como se coloca a tensão de sua crítica.
dc.formatResumo + Vídeo
dc.formatvideo/mp4
dc.languagept_BR
dc.publisherFlorianópolis, SC
dc.titleEducação entre Limites: Pensamento e Violência Corporal
dc.typeVideo


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