dc.contributor | Júnior, Newton Carneiro Affonso da Costa | |
dc.contributor | Universidade Federal de Santa Catarina | |
dc.creator | Lopez, Fernanda Holdorf | |
dc.date | 2015-09-09T00:44:28Z | |
dc.date | 2015-09-09T00:44:28Z | |
dc.date | 2015-09-08 | |
dc.date.accessioned | 2017-04-04T01:33:28Z | |
dc.date.available | 2017-04-04T01:33:28Z | |
dc.identifier | https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/134837 | |
dc.identifier.uri | http://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/746863 | |
dc.description | TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. | |
dc.description | Um dos focos da área de finanças comportamentais é compreender a
tendência de comportamentos dos agentes financeiros. Um viés comportamental
identificado na década de 80 foi a tendência do investidor de vender mais
rapidamente as ações que são “vencedoras”, ou seja, que retornarão lucros para o
investidor e a reter por mais tempo as ações “perdedoras”, para evitar a efetivação
da perda de recursos ou com a esperança que estas ações retornem a subir no
futuro, este comportamento é chamado de efeito disposição.
Muitos estudos relatam que investidores institucionais, por serem mais bem
informados que os investidores individuais e terem várias ferramentas analíticas
para apoio à tomada de decisões, apresentam menos vieses comportamentais como
o efeito disposição. (SHAPIRA E VENEZIA, 2001).
Esta pesquisa analisou uma amostra de transações coletadas a partir de
dados reais na BM&FBOVESPA, no período de 2012 à outubro de 2014, com
investidores individuais e investidores institucionais, especificamente de fundos
mútuos. Foi aplicada uma metodologia específica para identificar a presença do
efeito disposição nas operações dos dois tipos de investidores e se há diferença
entre estes. Ao analisar os resultados foi possível verificar que o efeito disposição
aparece para todas as análises com os investidores individuais. Nos investidores
institucionais não foi apresentado o efeito em todas as análises, nas transações que
o efeito é identificado é possível afirmar que este atua em menor grau. Também foi
possível observar que a média de retornos das aplicações dos investidores
institucionais é maior que as realizadas pelos investidores individuais. Dessa forma,
conclui-se que os investidores institucionais são menos enviesados pelo efeito
disposição e alcançam em média melhores retornos em suas aplicações. | |
dc.format | 50 f. | |
dc.language | pt_BR | |
dc.subject | Efeito Disposição, Finanças Comportamentais, Investidores Institucionais, Investidores Individuais | |
dc.title | Efeito disposição na tomada de decisões financeiras: as diferenças entre investidor individual e institucional | |
dc.type | Tesis | |