dc.contributorRadunz, Vera
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina
dc.creatorGasperi, Patricia de
dc.date2013-12-05T23:25:00Z
dc.date2013-12-05T23:25:00Z
dc.date2013
dc.date.accessioned2017-04-03T22:26:18Z
dc.date.available2017-04-03T22:26:18Z
dc.identifier318860
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/107172
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/723398
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Florianópolis, 2013.
dc.descriptionA ocorrência de fatores desencadeantes de eventos adversos no cuidado de enfermagem e a sua relação com a segurança do paciente que vivenciou cirurgia cardíaca parece ainda velada nos meios acadêmicos e assistenciais da enfermagem, pois ainda adotamos a cultura de que errar é inaceitável, e por isso, o erro acaba não sendo comunicado. Desenvolver uma cultura de segurança é fundamental para que tenhamos um cuidado seguro e por tanto livre de eventos adversos. O profissional da enfermagem, muitas vezes, se coloca acima da sua saúde e das suas necessidades. Cuida dos outros, mas muitas vezes esquece de si mesmo. Talvez seja necessário que alguém assuma a responsabilidade de sinalizar para estas pessoas que são seres humanos, que têm necessidades humanas básicas como qualquer outra pessoa, que precisam cuidar de si mesmos para poder cuidar de outras pessoas. Assim, este estudo tem como objetivo geral compreender o cuidar de si como uma dimensão da cultura de segurança do paciente. Este estudo configura-se em uma pesquisa de caráter qualitativo-quantitativo, do tipo exploratório-descritivo, caracterizando-se como um estudo Survey. Os dados foram coletados durante os meses de abril a agosto de 2012, através do SAQ (Safety Attitudes Questionnaire) e observações sistemáticas e não participantes da equipe de enfermagem atuante nos pós-operatórios imediato e mediato de cirurgia cardíaca, composta por 23 profissionais. Com o término deste estudo, pode-se compreender que, nas atuais circunstâncias em que vivemos e trabalhamos, não é viável buscarmos a Segurança do Paciente sem antes desenvolvermos uma adequada Cultura de Segurança do Paciente. Os dados apresentados neste estudo demonstram que a cultura de segurança na unidade pesquisada apresenta fragilidades importantes, que precisam ser sanadas para que se construa uma cultura de segurança do paciente adequada e para que isto aconteça é necessário que todos os envolvidos no processo de cuidar de forma segura, ou seja, enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, gestores e demais membros da equipe multiprofissional em saúde, unam esforços em busca da concretização desta cultura. Acreditamos que a cultura de segurança do paciente não pode deixar de levar em consideração a necessidade de avaliar as atitudes que os profissionais da saúde têm com relação ao cuidar de si. Assim, refletindo sobre os dados originados deste estudo, evidenciamos que ao instrumento SAQ poderá ser acrescentada uma sétima dimensão nos critérios de avaliação, uma vez que este instrumento avalia a Cultura de Segurança do Paciente a partir das atitudes dos profissionais de saúde. Percebemos também que, para cuidarmos de forma segura, precisamos antes cuidar de nós mesmos. Finalizamos com a crença de que o cuidar de si é uma dimensão da Cultura de Segurança do Paciente.
dc.languagepor
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectEnfermagem cirurgica
dc.subjectCardiologia
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectCoração
dc.subjectCirurgia
dc.subjectEnfermagem
dc.titleO cuidar de si como uma dimensão da cultura de segurança do paciente
dc.typeTesis


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