dc.contributorSostisso, Ivo
dc.contributorUniversidade Federal de Santa Catarina
dc.creatorMorais, Maria de Jesus
dc.date2012-10-17T21:58:40Z
dc.date2012-10-17T21:58:40Z
dc.date2000
dc.date2000
dc.date.accessioned2017-04-03T19:21:46Z
dc.date.available2017-04-03T19:21:46Z
dc.identifier161202
dc.identifierhttp://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/78996
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/696182
dc.descriptionDissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
dc.descriptionO objetivo deste estudo é analisar o processo de urbanização de Rio Branco a partir das políticas públicas dos militares para a Amazônia; tomando como objeto de análise a Economia Política da Cidade, ou seja, a partir das variáveis: divisão social e territorial do trabalho, das relações entre capital e trabalho, natureza e sociedade, meio ambiente construído e a socialização capitalista discute-se como a cidade se organiza ou é organizada, em face da produção e como os diversos atores da vida urbana encontram seu lugar na mesma. O ponto inicial desta investigação foram as diretrizes governamentais dos militares para a apropriação capitalista da fronteira econômica da Amazônia, ou seja, a partir de 1966, ano da criação da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) e do lançamento da Operação Amazônica. As intervenções dos militares (substituição do extrativismo pela agropecuária, grandes projetos minerais, hidrelétricos e redes técnicas) acelerou o processo de urbanização, que resultou no surgimento de novas cidades e no crescimento das já existentes, como Rio Branco, capital do Estado do Acre. O crescimento urbano de Rio Branco foi fruto, principalmente, do êxodo rural que se instalou no Acre a partir da substituição da economia extrativa pela agropecuária, acentuada a partir de 1970. Os migrantes que chegaram à cidade buscavam melhores condições de vida e novas oportunidades de emprego. Ao chegarem à cidade, na condição de expropriados, vão residir nos bairros periféricos, já que não podem pagar pela moradia. Estes, buscam os terrenos onde o preço da casa-terreno é mais baixo ou onde, pelo processo de invasão-ocupação encontram um lugar para viver. Os problemas imediatos deste fluxo migratório, para Rio Branco, foram o surgimento de loteamentos clandestinos, em locais onde falta todo tipo de infra-estrutura e a proliferação do mercado de trabalho informal, especialmente das ocupações ambulantes. No que diz respeito ao emprego urbano, as iniciativas governamentais se concentraram em torno da criação do Distrito Industrial de Rio Branco. Este, no entanto, não despertou interesse da frente capitalista no estado e teve pouca atuação sobre o emprego urbano, ou seja, a atividade industrial não consegue destaque sobre a mão-de-obra empregada no setor formal da economia. Portanto as conseqüências das intervenções governamentais dos militares para Amazônia foram a desorganização das atividades econômicas existentes e surgimento de novas, a instalação do processo de urbanização e construção de uma sociedade urbana.
dc.format[181]f.| il., grafs., mapas, tabs. +
dc.languagepor
dc.publisherFlorianópolis, SC
dc.subjectUrbanização
dc.subjectRio Branco (AC)
dc.subjectMigração rural-urbana
dc.subjectRio Branco (AC)
dc.subjectCrescimento urbano
dc.subjectPolitica urbana
dc.subjectRio Branco (AC)
dc.subjectPolitica economica
dc.subjectMercado de trabalho
dc.subjectAspectos economicos
dc.subjectRio Branco (AC)
dc.titleRio Branco-AC, uma cidade de fronteira :
dc.typeTesis


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