dc.creatorCarvalho, Daniela Gonçalves de
dc.date2020-12-10
dc.date.accessioned2023-06-16T20:56:48Z
dc.date.available2023-06-16T20:56:48Z
dc.identifierhttp://seer.unirio.br/cdpp/article/view/9247
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/6691213
dc.descriptionEste paper apresenta uma análise crítica acerca da aplicação prática do princípio da não-vinculação orçamentária e suas exceções. O enfoque se centra sobre os gastos obrigatórios em saúde e educação, bem como os repasses constitucionais do ente maior para o ente menor, de modo a garantir a implementação de políticas públicas nesses setores. Veremos, baseados na coleta de dados estatísticos, legais, constitucionais e doutrinários, que a destinação obrigatória, a despeito do nobre intuito constitucional de resguardar os direitos à saúde e à educação, não é suficiente à garantia da qualidade da prestação do serviço. Criatividade, vontade política e participação democrática devem ser levados seriamente em consideração para uma possível resolução da crise em que estes setores públicos estão imersos.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherUNIRIOpt-BR
dc.relationhttp://seer.unirio.br/cdpp/article/view/9247/8447
dc.rightsCopyright (c) 2020 Caderno de Direito e Políticas Públicaspt-BR
dc.sourcePublic Policy Review; Vol. 1 No. 2 (2019)en-US
dc.sourceNotes on Law and Public Policy; v. 1 n. 2 (2019)pt-BR
dc.source2675-0678
dc.subjectVinculação Orçamentária. Políticas Públicas. Saúde. Educação. Estado Social.pt-BR
dc.titleVINCULAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS: ASPECTOS POSITIVOS, NEGATIVOS E SEU IMPACTO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE.pt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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