dc.contributorMoreira, Raquel Regina Duarte [UNESP]
dc.contributorOliveira, José Ricardo Soares de [UNESP]
dc.contributorUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.date.accessioned2021-03-10T12:58:26Z
dc.date.accessioned2022-12-19T21:44:25Z
dc.date.available2021-03-10T12:58:26Z
dc.date.available2022-12-19T21:44:25Z
dc.date.created2021-03-10T12:58:26Z
dc.date.issued2016-12-16
dc.identifierTRAVENSOLI, Mariana de Mello. A inserção da fitoterapia no SUS: desafios e perspectivas com base na experiência de alguns municípios brasileiros. 2016. 71 f. Trabalho de conclusão de curso (Farmácia-Bioquímica) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, 2016.
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/11449/203816
dc.identifier990008912970206341
dc.identifierhttp://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/capelo/2019-05-20/000891297.pdf
dc.identifier7710344461864924
dc.identifier0000-0002-4253-0320
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5384377
dc.description.abstractNot available
dc.description.abstractAs plantas medicinais constituem uma importante fonte de recurso terapêutico no Brasil, país detentor da maior biodiversidade mundial. Segundo a Organização Mundial de Saúde, 85% da população mundial utiliza plantas ou suas preparações no que se refere à atenção primária de saúde. No entanto, os conhecimentos transmitidos acerca de seu uso ocorrem principalmente de forma tradicional, de geração em geração, o que enfatiza um importante valor cultural e também desperta a atenção para possíveis riscos à saúde advindos do uso irracional. Neste contexto, o Ministério da Saúde busca incentivar a inclusão das Plantas Medicinais e Fitoterápicos como Prática Integrativa de Saúde, visando o acesso e uso racional, por meio de Políticas Públicas de Saúde e o fortalecimento de suas diretrizes. Assim sendo, foi realizada uma Revisão de literatura científica abrangendo o processo de inserção da Fitoterapia na Atenção Básica no âmbito do SUS a partir de relatos de experiências de oito municípios selecionados: Betim-MG, Londrina-PR, Rio de Janeiro-RJ, Vitória-ES, Itapipoca-CE, Ribeirão Preto-SP, Curitiba-SP e Maringá-PR, o que poderá contribuir para outros locais direcionarem suas ações. Os resultados apontam que há vários desafios a serem superados neste processo, entre eles a sensibilização de gestores, capacitação dos profissionais, recursos financeiros e apoio político local, entre outros, dentre os quais envolvem particularidades com o trabalho com plantas medicinais e seus derivados. No entanto, a Fitoterapia demostrou ser uma opção terapêutica viável na Atenção Básica no âmbito do SUS, com possibilidade de ampliar o acesso à saúde à população, apresentou bons resultados associados a terapêutica, promoveu a participação social, mostrou ser uma alternativa terapêutica mais econômica...
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (Unesp)
dc.rightsAcesso aberto
dc.sourceAlma
dc.subjectFitoterapia
dc.subjectPlantas medicinais
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectPublic health
dc.titleA inserção da fitoterapia no SUS: desafios e perspectivas com base na experiência de alguns municípios brasileiros
dc.typeTesis


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