dc.contributorArenhart, Sandra
dc.creatorZortéa, Victória Motta
dc.date.accessioned2019-08-05T13:55:20Z
dc.date.accessioned2022-12-13T18:40:32Z
dc.date.available2019-08-05T13:55:20Z
dc.date.available2022-12-13T18:40:32Z
dc.date.created2019-08-05T13:55:20Z
dc.date.issued2019-06-27
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/199591
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5339472
dc.description.abstractO vírus da leucemia felina encontra-se disseminado na maioria dos países no mundo. A principal via de infecção do FeLV consiste no contato prolongado com a saliva e as secreções nasais de gatos infectados, geralmente contactantes. Os proprietários costumam levar os gatos infectados por FeLV para consulta e exames devido a sinais clínicos inespecíficos, tais como anorexia, perda de peso e depressão ou anormalidades associadas a sistemas orgânicos específicos. A anemia pode ser a única manifestação primária da FeLV, bem como associada a outras. O diagnóstico da doença se baseia na detecção da proteína p27, que é abundante no plasma e no citoplasma das células infectadas, sendo essa a base dos kits de testes de triagem básica. O tratamento inespecífico consiste no suporte a gatos infectados, no controle das infecções secundárias e oportunistas, também como desidratação, anemia e desnutrição. O tratamento específico se baseia em drogas antivirais ou imunomoduladoras. O isolamento de gatos sadios em suas residências ainda é a melhor forma de prevenção, assim não terão contato com animais infectados, visto que eficácia da vacinação contra o vírus a FeLV ainda não é amplamente estudada. Neste estudo tem-se o objetivo de examinar e discutir possibilidades de diagnóstico e tratamento para um felino com infecção secundária ao vírus da leucemia felina.
dc.languagept_BR
dc.publisherCuritibanos, SC
dc.rightsOpen Access
dc.titleInfecção secundária ao vírus da leucemia felina em gato domiciliado: relato de caso
dc.typeTCCgrad


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