dc.contributorGrosseman, Suely
dc.contributorPereira, Denise Neves
dc.creatorPinho, Natália de
dc.date.accessioned2022-09-14T17:03:11Z
dc.date.accessioned2022-12-13T17:37:34Z
dc.date.available2022-09-14T17:03:11Z
dc.date.available2022-12-13T17:37:34Z
dc.date.created2022-09-14T17:03:11Z
dc.date.issued2022
dc.identifierhttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239065
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5336955
dc.description.abstractTendo em vista a importância do aleitamento materno para mãe e bebê, esta pesquisa tem como objetivo apresentar a análise do perfil das puérperas e de seus filhos nascidos na maternidade do HU/UFSC/EBSERH entre os meses de outubro de 2021 e junho de 2022, bem como os aspectos relativos ao aleitamento materno em período de pandemia de COVID-19. Foi conduzido um estudo transversal, descritivo e observacional com 314 mulheres que tiveram seus filhos em um Hospital Público de Florianópolis, Santa Catarina, entre outubro de 2021 e junho de 2022. A coleta de dados se deu por entrevista no alojamento conjunto. As variáveis contínuas foram analisadas por estatística descritiva. A prevalência de aleitamento materno exclusivo foi de 80,3% no alojamento conjunto. 36,9% dos partos ocorreram por via cesárea e 51,9% das mulheres relataram não terem recebido orientação acerca da amamentação no pré-natal. 57,6% das mulheres informaram que sua mãe e/ou sogra as ajudam bastante ou totalmente, 90,4% não fumaram durante a gravidez e 51,6% eram primíparas. O perfil das puérperas e de seus recém-nascidos foi semelhante àquele encontrado em estudos anteriores, com exceção da taxa de aleitamento materno exclusivo no alojamento conjunto, o que pode estar relacionado à pandemia de COVID-19, aos partos cesáreos e à baixa proporção de mulheres instruídas acerca da amamentação no pré-natal. Porém, a amostra apresenta bons indicadores para proteção do aleitamento materno, como: rede de apoio, pouco uso de tabaco na gestação e boa quantidade de primíparas. Foram analisadas apenas de forma descritiva as variáveis do estudo, pois o limite de tempo para cumprir o cronograma PIBIC e PIBITI impossibilitou analisar associações. Faz-se necessário, portanto, dar continuidade à análise dos dados coletados para o levantamento de associações importantes, além da continuidade do estudo para avaliar os recém-nascidos durante meses e/ou anos e avaliar o tempo de aleitamento materno exclusivo e/ou total.
dc.languagept_BR
dc.publisherFlorianópolis, SC
dc.subjectaleitamento materno
dc.titleCOVID-19 e aleitamento materno: um estudo de coorte
dc.typeVideo


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