dc.contributorpt-BR
dc.creatorDani, Caroline
dc.creatorAndrade Junior, Orestes
dc.date2019-12-31
dc.date.accessioned2022-12-07T19:24:15Z
dc.date.available2022-12-07T19:24:15Z
dc.identifierhttps://periodicos.utfpr.edu.br/rebrapa/article/view/11026
dc.identifier10.3895/rebrapa.v10n2.11026
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5313599
dc.descriptionA busca pela melhoria da qualidade de vida tem crescido ao longo dos anos, impulsionando pesquisas que buscam identificar substâncias bioativas em alimentos. Os polifenóis presentes nos vinhos representam hoje uma ampla área de pesquisa, dados os benefícios que apresentam à saúde da população. A viticultura brasileira vem ganhando importância na economia brasileira nos últimos anos. Atualmente, 30 milhões de pessoas vivem exclusivamente de uvas e vinho. Nesse sentido, este trabalho objetivou comparar o conteúdo de resveratrol de vinhos importados comercializados no Brasil com vinhos brasileiros. Dezoito vinhos, doze vinhos importados e seis vinhos brasileiros, provenientes de treze marcas diferentes. As amostras foram analisadas por país e cultivar. A presença de resveratrol e polifenóis em cada amostra foi determinada por cromatografia líquida (em triplicata). A comparação foi realizada por ANOVA com pós-teste de Tukey ou teste t, considerando p menor que 0,05 como significante. Como resultado observamos que o conteúdo de resveratrol variou de 0,55 a 3,55 mg.L, sendo que os vinhos brasileiros apresentaram os maiores níveis de resveratrol quando comparados os importados. Quanto à variedade de uva, os vinhos da variedade Merlot apresentaram os maiores níveis. Não observamos qualquer correlação entre o preço no mercado brasileiro e a concentração de resveratrol. A concentração de resveratrol nos vinhos depende principalmente da cultivar, região geográfica, clima, solo, condições de stress das plantas e práticas enológicas. Em nosso estudo observamos que os vinhos brasileiros apresentaram valores superiores, pois as condições climáticas são mais adversas e, por isso a videira é estimulada a produzir mais polifenóis, e consequentemente, poderia promover mais saúde aos consumidores de vinho.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)pt-BR
dc.relationhttps://periodicos.utfpr.edu.br/rebrapa/article/view/11026/pdf
dc.rightsDireitos autorais 2020 CC-BYpt-BR
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0pt-BR
dc.sourceBrazilian Journal of Food Research; v. 10, n. 2 (2019); 170-181en-US
dc.sourceBrazilian Journal of Food Research; v. 10, n. 2 (2019); 170-181pt-BR
dc.source2448-3184
dc.source10.3895/rebrapa.v10n2
dc.subjectTecnologia das Bebidaspt-BR
dc.subjectpolifenóis; adversidade; resveratrol; benefícios; enologia; tintospt-BR
dc.titleConteúdo de trans-resveratrol em vinhos importados e nacionais comercializados no mercado brasileiropt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typept-BR


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