dc.creatorPrates, Wlademir Ribeiro
dc.creatorda Costa Jr., Newton Carneiro Affonso
dc.creatorSantos, André Portela
dc.date2019-03-19
dc.date.accessioned2022-11-03T20:56:11Z
dc.date.available2022-11-03T20:56:11Z
dc.identifierhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbe/article/view/70938
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5044235
dc.descriptionEste artigo utiliza uma base de dados única, que contempla dados reais de operações de todos os investidores do mercado de ações brasileiro. Foram analisadas mais de 60 milhões de operações de compra e venda de mais de 500 mil investidores. Os resultados apontam que os investidores pessoa física (os que possuem maior quantidade de operações em todo o mercado) estão entre os tipos de investidores mais propícios à presença do efeito disposição. Além disso, os mesmos investidores pessoa física estão entre aqueles com menores retornos médios em suas transações. Investidores institucionais, por sua vez, apresentaram um comportamento não condizente com o efeito disposição e maiores retornos médios em suas operações de venda. pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagepor
dc.publisherEGV EPGEpt-BR
dc.relationhttps://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbe/article/view/70938/75225
dc.rightsCopyright (c) 2019 Revista Brasileira de Economiapt-BR
dc.sourceRevista Brasileira de Economia; Vol. 73 No. 1 (2019): JAN-MAR; 97-119en-US
dc.sourceRevista Brasileira de Economia; v. 73 n. 1 (2019): JAN-MAR; 97-119pt-BR
dc.source1806-9134
dc.source0034-7140
dc.subjectEfeitoDisposiçãopt-BR
dc.subjectPropensão à Vendapt-BR
dc.subjectFinanças Comportamentaispt-BR
dc.titleEfeito disposição: propensão à venda de investidores individuais e institucionaispt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.typeArticlesen-US
dc.typeArtigospt-BR


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