dc.contributorFGV
dc.creatorCastro Neto, Sandoval de
dc.creatorPicchiai, Djair
dc.date.accessioned2018-05-10T13:36:56Z
dc.date.accessioned2022-11-03T20:31:56Z
dc.date.available2018-05-10T13:36:56Z
dc.date.available2022-11-03T20:31:56Z
dc.date.created2018-05-10T13:36:56Z
dc.date.issued2015
dc.identifier2175-0556
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10438/23525
dc.identifier10.21710/rch.v14i0.226
dc.identifier000366595400004
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5040176
dc.description.abstractO tema gestão em saúde vem sendo cada vez mais discutido no Brasil nos últimos anos. No país o acesso à saúde se dá pelos sistemas público ou privado. O artigo se restringe ao modelo de sistema privado, especificamente ao plano de saúde, focando o estudo na questão de agendamento de consultas de uma operadora de plano de saúde, situada na cidade de Jundiaí, estado de São Paulo. É tanta a relevância do tema agendamento de consultas médicas para os pacientes que a própria Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS, tem interferido dispondo de regulações normativas (RN). Outro problema discutido é a ocupação de horários nas agendas médicas por pacientes que faltam a estas consultas sem qualquer explicação. Portanto, o que é considerado “falta” neste trabalho é o caso em que, apesar de todas essas medidas, o paciente faltou sem qualquer aviso. O trabalho se propõe a discutir se o gênero e a idade do paciente influenciam na quantidade de consultas que ele utiliza no seu plano de saúde, e se o grau de escolaridade do paciente influencia na quantidade de faltas às consultas no seu plano de saúde. Estudo de abordagem quantitativa utilizou-se a metodologia de casos de uso, que fez uso da técnica de pesquisa científica associação-regressão, a partir do levantamento no banco de dados da empresa. O estudo conclui que a idade e do gênero do paciente influenciam na quantidade de consultas agendadas por este paciente enquanto que o grau de escolaridade do paciente pouco influencia.
dc.description.abstractThe health management issue has been increasingly discussed in Brazil in recent years. In the country access to health care is given by the public or private systems. The article is restricted to the private system model, specifically the health plan, focusing the study on the issue of scheduling appointments of a health plan operator, in the city of Jundiai, Sao Paulo. It is so much the relevance of the theme scheduling medical appointments for patients who own the National Health Agency, ANS has interfered featuring normative regulations (RN). Another discussed issue is the occupation times in the medical schedules for patients who lack these queries without any explanation. So what is considered 'missing' this work is the event that, despite all these measures, the patient failed without warning. The study aims to discuss the gender and age of the patient influence the amount of queries it uses in its health plan, and the level of patient education influences the amount of missed appointments in their health plan. Quantitative approach study used the methodology of use cases, which made use of scientific research association-regression technique, based on a survey on the company's database. The study concludes that the age and gender of the patient influence the amount of scheduled appointments for this patient while the educational level of the patient has little influence.
dc.languagepor
dc.publisherFac Inst Paulista Ensino-Fipen
dc.relationRevista cientifica hermes
dc.rightsopenAccess
dc.sourceWeb of Science
dc.subjectMedical appointments
dc.subjectHealth plan
dc.subjectScheduled
dc.subjectNo-show
dc.subjectPlanos de saúde
dc.subjectMarcação
dc.subjectFaltas
dc.titleEstudo de caso: variáveis que influenciam nas faltas às consultas e nas consultas realizadas em um plano de saúde
dc.typeArticle (Journal/Review)


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