dc.contributorEscolas::EPGE
dc.contributorFGV
dc.creatorSilva, Denise Britz
dc.creatorCarvalho, Alexandre
dc.creatorNeri, Marcelo Côrtes
dc.date.accessioned2008-05-13T15:41:54Z
dc.date.accessioned2022-11-03T20:06:26Z
dc.date.available2008-05-13T15:41:54Z
dc.date.available2022-11-03T20:06:26Z
dc.date.created2008-05-13T15:41:54Z
dc.date.issued2006-12-01
dc.identifier0104-8910
dc.identifierhttp://hdl.handle.net/10438/934
dc.identifier.urihttps://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/5031494
dc.description.abstractEste artigo decompõe o diferencial de salários por cor e sexo dos trabalhadores brasileiros usando os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD). A metodologia consiste em estimar a equação de salários (Mincer, 1974) com a correção do viés de seleção das informações dos salários (Heckman, 1979). Em seguida, a decomposição do diferencial da média do logaritmo do salário/hora foi obtida pelo procedimento de Oaxaca (1973) apresentada em dois efeitos: características produtivas e discriminação. A análise empírica tem como foco o uso adequado de procedimentos de modelagem estatística em pesquisas, por amostragem complexa, conforme os trabalhos de Skinner e Smith (1989) e Pessoa e Silva (1998). Os resultados indicam a necessidade de se incorporar o plano amostral e a correção do viés de seleção da informação dos salários, visando melhorar a qualidade das estimativas das equações de salários e avaliar adequadamente as medidas de discriminação. Como exemplo, a estimativa do coeficiente de discriminação, D, entre homens e mulheres de cor branca é 0,37 sem a correção do viés e 0,30 com a correção do viés de seleção das informações dos salários.
dc.languagepor
dc.publisherEscola de Pós-Graduação em Economia da FGV
dc.relationEnsaios Econômicos;638
dc.titleDiferenciais de salários por raça e gênero: aplicação dos procedimentos de Oaxaca e Heckman em pesquisas amostrais complexas
dc.typeWorking Paper


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