dc.contributorPAES, J. B.
dc.contributorGARCIA, R. A.
dc.contributorOLIVEIRA, J. T. S.
dc.creatorLIMA, A. C. B.
dc.date.accessioned2019-06-28
dc.date.accessioned2019-06-29T02:07:58Z
dc.date.accessioned2022-10-10T21:55:59Z
dc.date.available2019-06-28
dc.date.available2019-06-29T02:07:58Z
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dc.date.created2019-06-28
dc.date.created2019-06-29T02:07:58Z
dc.date.issued2019-04-30
dc.identifierLIMA, A. C. B., EFEITO DA MODIFICAÇÃO TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DA MADEIRA DE MOGNO AFRICANO (Khaya ivorensis A. Chev.)
dc.identifierhttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11281
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4046865
dc.description.abstractO Brasil é reconhecido por possuir uma das maiores biodiversidades do mundo. Em relação aos recursos florestais, a madeira é um dos principais. O mogno brasileiro (Swietenia macrophylla) em decorrência da exploração, encontra-se escasso e, portanto, há diminuição da oferta e aumento de preços no mercado nacional e internacional e, também por ser atacado pela Hypsipyla grandella (broca-do-ponteiro). A fim de contornar tais problemas, foi introduzido no Brasil, o mogno africano (Khaya sp.). Houve uma boa aceitação do mercado, por ter características semelhantes ao mogno brasileiro e ser resistente à broca-do-ponteiro, motivando o crescimento das áreas plantadas no Brasil. Com tal potencial econômico, mas com carências em relação a trabalhos que abordem o conhecimento tecnológico dessa madeira. Desta forma, esta pesquisa teve como objetivo avaliar o efeito da modificação térmica nas propriedades da madeira de mogno africano (Khaya ivorensis). Foram avaliadas a posição de amostragem alburno/cerne e cerne interno e a temperatura de modificação térmica. Avaliou-se o efeito das temperaturas de modificação térmica na colorimetria; química; propriedades físicas e mecânicas e, realizados ensaios biológicos com térmitas (madeira seca e subterrânea). Para os tratamentos térmicos realizados (180 e 200 °C) foi percebido um realce na cor da madeira de mogno africano, tendo adquirido uma coloração mais uniforme. A madeira modificada termicamente tornou-se menos higroscópica, dimensionalmente mais estável e menos densa, para ambas as temperaturas (180 e 200 °C). O teor de umidade de equilíbrio, densidade aparente e inchamento tangencial diminuíram com o aumento da temperatura de 180 para 200 °C. Quanto aos módulos de elasticidade (rigidez), tanto estático como o dinâmico, constatou-se, de forma geral, que aumentaram com a elevação das temperaturas dos tratamentos térmicos (180 e 200 °C). A temperatura mais indicada para a melhoria da resistência da madeira a térmitas de madeira seca (Cryptotermes brevis) e subterrâneas (Nasutitermes corniger) foi a de 180 °C, por promover maior mortalidade e a morte mais rápida dos insetos. Assim a temperatura de 180 °C foi a mais favorável para a modificação térmica da madeira de mogno africano testada.
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisherBR
dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Ciências Florestais
dc.publisherUFES
dc.publisherMestrado em Ciências Florestais
dc.subjectMadeira
dc.subjectTratamento térmico
dc.subjectCaracterísticas tecnológicas
dc.subject
dc.titleEFEITO DA MODIFICAÇÃO TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DA MADEIRA DE MOGNO AFRICANO (Khaya ivorensis A. Chev.)
dc.typeTesis


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