dc.contributorWeckx, Luc Louis Maurice [UNIFESP]
dc.contributorWeckx, Luc Louis Maurice [UNIFESP]
dc.creatorAvelino, Melissa Ameloti Gomes [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:05:56Z
dc.date.accessioned2022-10-07T21:37:38Z
dc.date.available2015-12-06T23:05:56Z
dc.date.available2022-10-07T21:37:38Z
dc.date.created2015-12-06T23:05:56Z
dc.date.issued2005
dc.identifierSão Paulo: [s.n.], 2005. 51 p.
dc.identifierhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/20824
dc.identifierepm-20051026154723GARCIA.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4030621
dc.description.abstractObjetivo: Estudar a importância da polissonografia como um dos critérios de avaliação em pacientes com laringomalácia, assim como observar com este exame se a imaturidade neuromuscular seria um dos fatores envolvidos na etiopatogenia da doença. Métodos: Foram incluídos 25 crianças com diagnóstico de laringomalácia, e que não apresentavam alterações congênitas e/ou neurológicas associadas. Foram submetidas a nasofibroscopia, polissonografia e acompanhadas rigorosamente bimensalmente quanto à necessidade de supraglotoplastia. Para avaliação da presença do acometimento central na fisiopatologia da doença, comparamos utilizando o teste de ANOVA os achados polisssonográficos destas 25 crianças com de dois outros grupos de crianças, um grupo de crianças com apnéia do lactente e outro grupo de crianças normais. Resultados: Todas as 25 crianças estudadas apresentavam quadro clínico de estridor inspiratório que se intensificava aos esforços com retração de fúrcula, a nasofibroscopia apresentavam epiglote em omega e encurtamento de pregas ariepiglóticas, entre outras alterações. Três necessitaram de supraglotoplastia, pois evoluíram com tórax excavatum e déficit pondero-estatural, embora não apresentassem alterações significativas a polissonografia. Ao compararmos os três grupos em relação aos achados polissonográficos constatamos que o grupo de laringomalácia se assemelha ao grupo dos normais e difere ao grupo de apnéia do lactente em relação ao IAH central, IAH obstrutiva, e idade. E se assemelha ao grupo de apnéia do lactente em relação ao Nadir de 02 e eventos de dessaturação e bradicardia. Conclusão: A polissonografia não têm relevância como parâmetro na avaliação clínica dos pacientes com laringomalácia. Não foi possível afirmar baseados em nossos achados que a imaturidade neuromuscular é fator envolvido na fisiopatologia da laringomalácia.
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectDoenças da laringe/diagnóstico
dc.subjectPolissonografia
dc.subjectApnéia
dc.titleA importância da polissonografia no estudo da evolução clínica e fisiopatológica da laringomalácia
dc.typeTese de doutorado


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