dc.contributorLima, Valter Correia de [UNIFESP]
dc.creatorBarros, Marco Antonio de Vivo [UNIFESP]
dc.date.accessioned2015-12-06T23:02:03Z
dc.date.accessioned2022-10-07T20:56:00Z
dc.date.available2015-12-06T23:02:03Z
dc.date.available2022-10-07T20:56:00Z
dc.date.created2015-12-06T23:02:03Z
dc.date.issued2002
dc.identifierSão Paulo: [s.n.], 2002. 107 p. ilustabgraf.
dc.identifierhttp://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17859
dc.identifierepm-017773.pdf
dc.identifier.urihttp://repositorioslatinoamericanos.uchile.cl/handle/2250/4024997
dc.description.abstractA disfuncao endotelial e um fenomeno inicial na aterosclerose. Os determinantes da disfuncao sao os fatores de risco para a doenca vascular aterosclerotica. A frequencia de eventos cardiovasculares nas mulheres apresenta comportamento diferente em relacao aos homens. Verifica-se baixa frequencia de eventos cardiovasculares nas mulheres ate a faixa etaria dos cinquenta anos. Atribui-se aos hormonios estrogenios a protecao cardiovascular da mulher ate o periodo da menopausa. Com o objetivo de avaliar a acao do estradiol administrado por via sublingual na vasomotilidade dependente e independente do endotelio coronario realizamos um estudo randomizado, duplo-cego com grupo placebo. Assim, selecionamos vinte mulheres menopausadas, com indicacao para realizar cateterismo cardiaco por dor toracica ou teste isquemico positivo, sem estarem em uso de terapeutica de reposicao hormonal. Apos inclusao pelo criterio angiografico - ausencia de coronariopatia pela angiografia - dividimos as pacientes em dois grupos: um grupo recebeu placebo (G-P), o outro (G-E) recebeu 1 mg de 17 b-estradiol sublingual. O estudo da funcao endotelial coronaria foi realizado antes e 30 minutos depois da administracao do placebo ou estradiol sublingual. A analise coronaria quantitativa foi realizada off-line por um tecnico que nao conhecia a natureza do estudo. Com relacao aos resultados, os dois grupos apresentaram caracteristicas semelhantes em relacao a idade, aos fatores de risco, o tempo de menopausa bem como aos achados laboratoriais. Demonstramos disfuncao endotelial (reducao no diametro em resposta a acetilcolina) nos segmentos proximal (G-P: -1,93n8,28 por cento; G-E: -1,68n8,27 por cento) e medio (G-P:3,11n9,42 por cento; G-E: -5,10n15,89 por cento) da arteria descendente anterior nos dois grupos analisados. A funcao endotelial esteve preservada (aumento no diametro em resposta a aceiltolina) nos segmentos proximal (GP:+5,89n8,86 por cento; G-E:+5,24n7,74 por cento) e medio (G-P +7,7n12,5 por cento; GE:+10,05n2,44 por cento) da arteria circunflexa. 0 17(3-estradiol melhorou a funcao...(au)
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rightsAcesso restrito
dc.subjectEstradiol
dc.subjectVasos coronários/efeitos de drogas
dc.subjectEndotélio
dc.subjectPós-menopausa
dc.subjectMulheres
dc.titleAção do estradiol sublingual na vasomotilidade coronária dependente e independente do endotélio em mulheres após à menopausa
dc.typeTese de doutorado


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